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Aqui você saberá, quando, onde e quem, participou de nossas aventuras e trilhas. Sempre a procura de novos amigos e companheiros com disposição para aventuras e curtir a natureza. Participem do nosso Blog. SEJAM BEM VINDOS!

10 agosto 2013

FELIZ DIA DOS PAIS

Embora muitos achem essa data "simplesmente comercial"!

Aproveite esse dia e dê ao seu pai melhor presente que você pode dar.

UM GRANDE ABRAÇO!

Pode parecer simples, mas muitos não tem coragem de abraçar o próprio pai, infelizmente.

Então seja diferente, comemore esse dia ao lado dele! Abrace-o ou beije-o, mas demonstre que você se importa.

A vida passa muito rápido e quando você menos espera, o tempo passou para ele e para você também.

Não deixe passar essa oportunidade, aproveite o momento.

FAÇA VALER A PENA!

Afinal sem ele você não estaria lendo essa mensagem.

F E L I Z      D I A      D O S       P A I S

Para todos os pais, para filhos que são pais, para as mães que são mães e pais ao mesmo tempo e a todos que fazem parte da família Ação Natural.

Deus abençoe a todos!

07 agosto 2013

" Caminhante "

" Caminhante, são teus rastos,
o caminho e nada mais;
caminhante, não há caminho,
faz-se caminho ao andar.

Ao andar faz-se o caminho,
e ao olhar-se para trás
vê-se a senda que jamais
se há de voltar a pisar.

Caminhante, não há caminho,
somente sulcos no mar "

Poema "Caminhante" do Escritor
espanhol Antonio Machado

27 julho 2013

2ª Etapa da Rota Franciscana

Dia 27 de julho seguimos para Monteiro Lobato, continuando nossa caminhada rumo à Santo Antônio do Pinhal. Ao todo são 41 km, segundo a organização da rota.

Chegamos logo pela manhã e já registramos nossa passagem pelo pórtico de Monteiro Lobato localizado na Praça da Rodoviária.


Depois dos registros, complementamos nosso trajeto passando na Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso, um dos pontos de referência da cidade, construída em 1857 com pinturas no estilo barroco e vitrais decorativos. As pinturas foram realizadas pelo artista Antônio Limones que concluiu seu trabalho em 1952.

Passamos também pela Gruta Nossa Senhora de Lourdes, uma gruta artificial construída em 1959 pelo artista Francisco Ferreira Santeiro.


Continuamos nosso caminho pela Estrada do Livro que leva à cidade de Caçapava. Nesta estrada a 8 km do centro está o Sitio do Pica Pau Amarelo que foi propriedade do escritor Monteiro Lobato. Foi nesse local que ele escreveu algumas de suas obras, como A Velha Praga, Urupês e Sitio do Pica Pau Amarelo. Quem nunca assistiu ou não leu alguma dessas estórias? Claro que fomos ao sitio e conhecemos o Casarão onde viveu o escritor. Parte do casarão é um museu em preservação a sua memória. A casa foi construída em 1880 e possui dezoito cômodos compostos por biblioteca e mobília do século passado. Está cercada de muitos recursos naturais como cachoeira, pomar e diversos animais.  Hoje o sitio é de propriedade particular. Seus atuais donos preservam a história do local e abrem o casarão para visitação sempre das 9:00 as 17:00. Vocês também podem conhecê-lo. Verifiquem maiores detalhes no site:   http://www.overdadeirositiodopicapau.com.br


Voltamos a nossa rota. Seguimos por estradas de terra passando por fazendas, sítios e rios, com muito verde e muitas montanhas.

Chegamos à entrada de uma pequena vila chamada de Pedra Branca onde passamos pela Capela de Santo Antônio, mas estava fechada, então voltamos ao percurso.

Desse ponto em diante encontramos os trechos com maior subida na caminhada. Passamos por uma região onde os eucaliptos eram cortados em grande quantidade e as marcas no chão demonstravam um movimento intenso de caminhões que passaram por ali retirando as madeiras cortadas. Nesse momento, começamos a perceber que a estrada não estava tão boa para nosso carro de apoio.

Seguimos em frente, andando e contemplando o visual. Quando passamos em frente ao Sitio Pompeu, de longe fomos convidados pelo Sr. Paulo e dona Regina para um café. É muito gratificante ainda vermos gente de bom coração que abre suas casas para estranhos e preparam uma mesa em menos de 2 minutos com café, doce de abobora, leite, pão e queijo feito no sitio. Como é bom saber que ainda existe humanidade no mundo!


Depois de nos despedirmos do pessoal do sitio seguimos nosso caminho, agora com mais subida à frente.

Estrada acima rumo a Santo Antônio do Pinhal, percebemos que não seria muito fácil o caminho, mas enfrentamos a subida e fomos em frente, mas não por muito tempo.

Faltavam cerca de 6 km para chegarmos ao nosso destino quando aconteceu o que não esperávamos, nosso carro de apoio atolou. Foram momentos de muita preocupação para todos, já que estávamos no meio de uma montanha, sem sinal de celular para pedirmos ajuda e com a noite dando boas vindas.

Tentamos tirar o carro de todas as formas e usando toda nossa força, mas sem sucesso, então nossos companheiros de caminhada Argeu e Marco mesmo cansados, decidiram voltar em busca de ajuda em uma das fazendas que passamos. Como eles estavam demorando a voltar, resolvemos juntar algumas pedras para uma última tentativa de levantar o carro e tentar calçar a roda com pedras para o tirarmos de lá. Nisso, horas se passaram e quando finalmente tudo estava preparado para nossa tentativa o Marco voltou com a notícia que os dois carros que conseguiram para fazer nosso resgate tiveram problemas, um ficou sem gasolina e o outro ferveu a 300 m de onde estávamos. Foi irônico, mas depois que desencalhamos nosso carro, tivemos que ajudar aos que vinham em nosso socorro.


Depois de tudo isso, fomos convidados pelo pessoal da fazenda que nos socorreu para pernoitar por lá, mas resolvemos voltar para São Paulo. Tiramos o excesso de lama do corpo e fizemos todo caminho de volta prolongando um pouco mais nosso retorno.

Passado o aperto, rimos um pouco de tudo. Com certeza foi uma aventura e tanto!  Tudo isso nos deixou com mais vontade de voltar e passar por aquela parte que faltou para completar nosso trajeto.

Valeu pessoal pela disposição e companheirismo!

Caminhantes: Argeu, Cris, Marco Lasinskais, Marcos Roberto, Marcos Tsuda e Sr. Carlos, nosso motorista de suporte.


Até a próxima!

20 julho 2013

Trilha do Itinguçu, Prainha e Ruínas de Abarebebê em Peruíbe

Chegou o final de semana, então é dia de trilha!

Descemos para Peruíbe, litoral sul de São Paulo e fomos ao Parque Estadual do Itinguçu para realizar uma das trilhas do Passaporte Trilhas de São Paulo.

Chegar lá foi uma aventura! Do final da Estrada do Guaraú até a base do Parque foram 12 km em uma estrada de lama e buracos e para ajudar as chuvas da noite anterior só aumentaram nosso desafio.

Depois de chegarmos, carimbamos nossos passaportes, ouvimos uma apresentação sobre o Parque e seu entorno, o desenvolvimento ambiental, fauna local e divisão de áreas.

Itinguçu: Grande Rio ou Lago de Águas Brancas, de fato um bom nome para o local.

Fizemos a trilha que leva à Cachoeira do Paraíso e o Poço do Meio. Uma trilha pequena, mas com um visual que compensou o esforço para chegarmos até lá.

Não deu outra, a combinação era perfeita! Cachoeira de águas cristalinas, turma animada e cheia de disposição! Quase todos caíram na água gelada da cachoeira e do poço. Fizemos uma hidromassagem natural nas corredeiras e aproveitamos muito!

Depois do banho, voltamos para a Base do Parque, lanchamos e seguimos nosso caminho de volta.
Mas, não terminou nosso dia ainda!

Na volta passamos na Prainha, uma praia pequena muito reservada, mas o dia estava fechado e a maré muito alta, não deu para aproveitar muito lá na Prainha. Que pena.

Só isso já seria uma aventura e tanto para nossa turma, mas ainda fomos para as Ruínas de Abarebebê.

As ruínas são da Igreja do aldeamento de São João Batista, uma das primeiras igrejas construídas no Brasil, erguida no século XVI.
Abarebebê em tupi-guarini significa literalmente: padre ligeiro, rápido.

Hoje o monumento é tombado como patrimônio estadual pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de São Paulo (CONDEPHAAT).

No local havia ainda um pequeno museu, mas foi transferido depois de depredações. Hoje os objetos estão em exposição na Estação Ferroviária, outro ponto turístico que foi restaurado e recebe os arquivos históricos municipais.

Agora sim! Essa foi nossa aventura do dia!

Os amassadores de barro, ops! Trilheiros: Juliana, Luis Lessa, Marco Lasinskais, Marcos Roberto, Marcos Tsuda, Mônica, Sara e Thiago.

Valeu pessoal!


Até as próximas aventuras!

29 junho 2013

Mergulho na Ilha Bela

Sábado de madrugada, pé na estrada rumo a Ilha Bela para uma aventura única e diferente: mergulhar nas águas do litoral norte de São Paulo.

Depois de chegarmos a São Sebastião, pegamos a balsa para Ilha Bela e seguimos para o sul da ilha rumo ao local do ponto de encontro com o pessoal da TNT Adrenalina.

Depois de recebermos as instruções e recomendações dos nossos instrutores, colocamos os equipamentos apropriados e lá fomos nós para a Ilha das Cabras fazer nosso mergulho.

Atravessamos de bote até a ilha e não demorou muito para estarmos debaixo d’água.

Ansiedade, adrenalina, emoção, são alguns dos sentimentos que temos antes do primeiro mergulho, mesmo que seja um mergulho Discovery (mergulho acompanhado de instrutores).

Já dentro d’água, o sentimento é de pura adrenalina, muita pressão nos ouvidos, uma sensação claustrofóbica, mas nada que impedisse esse desafio em forma de aventura.

Em todo momento presenciamos a vida marinha em plena atividade. A visibilidade estava excelente e vimos vários cardumes, estrelas do mar, ouriços, corais, enfim muita vida em um verdadeiro aquário em mar aberto.

Mergulhamos até 14 m de profundidade por aproximadamente 20 minutos de muita emoção e uma sensação única. Certamente foi a realização de uma aventura há muito tempo desejada e não vai ficar só nesse mergulho, não mesmo!

Depois do mergulho seguimos mais para o sul da ilha para uma pequena trilha, mas com um visual único. A trilha tinha vários mirantes e com o sol se pondo foi um espetáculo a parte, fechando o dia com muitas imagens magníficas para guardarmos na memória por toda a vida.

Sem dúvida foi um dia muito especial. Obrigado Rodriguez e Thais da TNT Adrenalina, foi um final de semana sensacional!

Instrutores: Thais, Rodriguez e Antônio.


Mergulhadores de primeira viagem: Aline, Felipe Silva, Leonardo e Marcos Roberto.

22 junho 2013

1ª Etapa da Rota Franciscana


De São Francisco Xavier à Monteiro Lobato 30,3 km (segundo a coordenação).
Sábado 22 de junho, começamos a nossa caminhada pela Rota Franciscana, programa do Governo do Estado desenvolvido pela Secretaria de Turismo. O objetivo é proporcionar aos caminhantes uma oportunidade única para conhecer várias cidades, suas histórias e culturas.
Ao todo são cinco rotas:
A Rota da Alegria: de São Francisco Xavier a Guaratinguetá;
A Rota do Conhecimento: de Bananal a Guaratinguetá;
A Rota da Esperança: de São Luis do Paraitinga a Guaratinguetá;
A Rota do Equilíbrio: de Lavrinhas a Guaratinguetá e,
A Rota da Sabedoria: de Guaratinguetá a Mogi das Cruzes, finalizando no Museu da Arte Sacra de São Paulo.
Ao todo são 818 km de caminhada, passando por 31 cidades do Estado de São Paulo. No percurso estão instalados pórticos eletrônicos para registrar a passagem dos caminhantes.

Voltando à nossa caminhada.
Chegamos a São Francisco Xavier, um pequeno distrito de São José dos Campos, um local charmoso cercado por montanhas. Sua origem está ligada ao fato de ter sido local de pouso de tropeiros que vinham para São Paulo.
Procuramos o 1º pórtico ao lado da Guarda Municipal na Praça da Igreja Matriz, registramos nossa passagem e seguimos em frente.
Fato curioso é que nem mesmo os guardas municipais sabiam para quê servia aquele pórtico e até então nunca tinham visto ninguém passar por lá. Depois da experiência com a caminhada dos Passos dos Jesuítas, ainda me espanta que a Secretaria de Turismo não divulgue esse programa nem mesmo nas cidades que estão nos roteiros.
Seguimos nossa rota. Logo de início subimos uma das estradas do percurso. Lá do alto pudemos avistar o distrito todo de São Francisco Xavier. Isso foi só uma prévia das paisagens que iríamos ver no decorrer do caminho.
Depois de muita subida, descemos até a Estrada do Rio do Peixe. Esta estrada margeia o rio durante um bom trecho do percurso. Passamos por sítios e fazendas. Era impressionante ver como os animais pastam nessas áreas montanhosas. Seriam elas vacas montanhesas?
Até aqui foi tudo bem! Então percebemos que algumas placas foram arrancadas do trajeto e uma dessas placas causou uma pequena discussão sobre qual lado ir.
No final da Estrada do Rio do Peixe com a Rodovia, vimos uma placa de sinalização da rodovia e não da Rota Franciscana, indicando Monteiro Lobato à direita e São Francisco Xavier à esquerda. Claro que o lógico seria entrar à direita para seguir para Monteiro Lobato. Porém não havia placa alguma da nossa Rota indicando qual direção tomar, ficou claro para todos os caminhantes que a placa foi arrancada.
Com isso andamos aproximadamente 1,5 km no sentido de Monteiro Lobato pela Rodovia, pois quando estávamos indo para São Francisco Xavier, vimos uma placa da Rota indicando um caminho em uma estrada de terra. Discutimos sobre o que fazer, nessa hora lembramos da organização da Rota Passos dos Jesuítas que disponibilizaram um guia passo a passo com os nomes das ruas, estradas, avenidas e rodovias a serem percorridas. Isso fez muita falta nesse momento.
Depois de chegarmos a um acordo, voltamos e seguimos no sentido de São Francisco Xavier. Ainda bem que deu certo, achamos a placa e a estrada de terra. Para ajudar, a placa da rota que vimos estava apoiada em um poste porque também foi arrancada. Acho que a coordenação precisa rever os locais onde as placas foram instaladas para que outros caminhantes não se percam logo no início desse trajeto.
Da estrada de terra entre São Francisco Xavier e Monteiro Lobato foram aproximadamente 18 km de muita, mas muita subida. Saímos de 680 m para 1.111 m de altitude segundo o GPS do Tsuda. Foi bem puxado, mas muito compensador.
Depois de chegar ao topo da montanha chegou a hora de descê-la! Não tinha outro jeito, mesmo com as pernas cansadas pela subida exaustiva, descemos até finalmente chegarmos a Monteiro Lobato com a noite por companhia há algum tempo.
Ao todo foram 09h50min de caminhada, 34,8 km percorridos e 46.327 passos dados.
Esse foi o início dessa Rota. Agora vamos para próxima parte entre Monteiro Lobato e Santo Antonio do Pinhal.
Valeu pessoal pela companhia e disposição!
Até a próxima!
Caminhantes: Argeu, Cris, Marco Lasinkais, Marcos Roberto, Marcos Tsuda e Osmar.

09 junho 2013

Visita na Aldeia Indígena Guarani em Mongaguá

Domingo descemos para o litoral de São Paulo, dessa vez para uma aventura diferente e solidária.

Reunimos nossa turma e fomos à Mongaguá para conhecer um pouco da cultura indígena Guarani. Fomos recepcionados por Danilo ou Verá mirim, nome indígena que significa: pequeno relâmpago.

Depois de acomodados em uma das salas de aula na aldeia, ele nos deu uma aula sobre a cultura e os costumes indígenas.


Percebemos como é difícil a vida do índio aqui no Brasil e como falta o apoio governamental para atendimentos básicos na saúde, infraestrutura, saneamento e educação.

Mesmo nessas condições, vimos a força de vontade e a determinação que possuem para aprimorar seus conhecimentos e manter a própria cultura. Hoje eles estudam e ensinam a língua guarani e o português para os menores tanto na escrita como na fala.

Na escola eles possuem apenas um computador para pesquisas, estudos e contatos fora da aldeia. Falta muito material escolar. No mesmo local há também uma aldeia Tupi. Eles estudam na mesma escola com professores com formação básica e fazem de tudo para preservar suas línguas, culturas e costumes.

Depois da palestra, subimos para a aldeia, onde pudemos comprar alguns artesanatos feitos por eles, participamos de uma apresentação de dança na tribo e alguns participantes do grupo ainda se divertiram jogando uma partida de futebol com os índios da aldeia.

Esse dia foi muito especial. Foi um momento de repensar valores e princípios.

Nossos amigos do Ação Natural participaram ativamente das atividades, foram solidários com alimentos e valores, mas acho que quem saiu ganhando nessa fomos nós. Conhecimento não tem preço!

Tenho certeza que todos gostaram de conhecer um pouco da cultura indígena Guarani, gente simples e humilde que nos recebeu de braços abertos.

Há’evaté Xe Hetá Verá mirim, por nos receber tão bem em sua aldeia.

Obrigado a todos que participaram dessa aventura de conhecimento solidário. Vocês fazem a diferença!

Aájuma, Aájuma.

Até a próxima!

25 maio 2013

Trilha Noturna - Serra do Itaberaba - Santa Isabel

Fim de tarde de um sábado como todos os outros, mas preferimos sair de casa e não foi para ir a uma balada. Reunimos a turma e lá fomos nós para Santa Isabel fazer uma caminhada noturna.
Era noite de lua cheia.
Deixamos nossos carros estacionados na estrada e começamos nossa caminhada mato adentro.
Passamos por vias rurais com casas e sítios aos lados. Entre um caminho e outro passamos por pastos de fazendas dentro de uma reserva ambiental protegida pelo IBAMA.
Subimos pela Estrada da Pedra Branca por boa parte do caminho.
No começo a caminhada foi tranquila, pouca subida, mas só no começo.
Aos poucos alguns trechos foram ficando mais íngremes, mas nada que fosse impedir os caminhantes de seguir em frente.
Durante a caminhada pudemos ouvir e sentir a vida noturna. Grilos, cantos de corujas, alguns latidos de cachorros das residências e dos sítios estranhando o movimento dos caminhantes, o vento nas folhas, o cheiro da noite. A sensação de liberdade e bem estar, não tem preço!
Sem contar que a lua estava simplesmente linda! Em alguns momentos o céu ficou com algumas nuvens, mas com o passar do tempo foram sumindo e lá estava ela, cheia e cada vez mais brilhante e majestosa, iluminando ainda mais nossa caminhada.
Conversamos, demos risadas, fizemos novos amigos e fizemos uma caminhada gostosa ao cair da noite.
No final da caminhada baixou um nevoeiro típico nas regiões de serra, mas ele não interferiu em nada, já que a turma já havia retornado ao ponto de encontro onde um ônibus cedido pela Secretaria de Esportes de Santa Isabel esperava pelo grupo.
Com todos acomodados, seguimos para o local onde nossos carros estavam estacionados, nos despedimos dos amigos e voltamos para nossas casas.
Vale um agradecimento especial ao casal Rafael e Sidnéia do Turismo de Aventura Ecoturismo que organizaram essa caminhada e conseguiram o transporte gratuito junto à Secretaria de Esporte de Santa Isabel para o retorno do grupo. 
Valeu galera!
Foi uma caminhada e tanto!
Não podemos deixar que fique só nessa, em!
Até a próxima aventura!


11 maio 2013

Rapel 40 m Pedreira Dib - Mairiporã


Nada como começar o sábado na beira de um penhasco!

Logo pela manhã, seguimos para Mairiporã, cidade vizinha a São Paulo, para mais uma aventura, dessa vez com um pouco de adrenalina nas veias.

Tudo programado com o pessoal da TNT Adrenalina, pessoal gente boa e responsável, sempre atento e com muita disposição para atender aos aventureiros.

Recebemos as instruções, vestimos os equipamentos de segurança e lá fomos nós!


Alguns do grupo estavam fazendo o rapel pela primeira vez e encararam o desafio descendo o paredão, vencendo o medo, tremedeira e ansiedade. Ninguém amarelou! Eita gente corajosa! E para os que fizeram antes, posso dizer que foi bom demais reviver uma sensação única. Quem já fez sabe o que estou dizendo.

Com certeza todos se divertiram. Passamos algumas horas batendo papo, fazendo novos amigos e planejando novos desafios.

Valeu galera! Logo, logo teremos outras aventuras, trilhas, algumas radicais outras nem tanto, o importante é colocar o corpo em ação!

Até a próxima!

21 abril 2013

Pico do Jaraguá


Dia 21, um domingo com dia claro e quase sem nuvens, não dava para perder uma caminhada dessas.

Com aproximadamente 1.135 m de altitude, a vista lá de cima é simplesmente sensacional, ver toda aquela estrutura montada para as antenas de transmissão instaladas no cume do Pico e ainda contemplar toda sua volta com o dia aberto, não tem preço. Avistamos a Serra da Cantareira, a cidade de São Paulo com seus prédios e torres do norte ao sul e do leste ao oeste, cidades vizinhas e ainda a Serra do Mar.

Só isso já seria o suficiente para um dia no Parque Estadual do Jaraguá. Mas, ainda fizemos as trilhas: do Silêncio, da Bica, do Lago e claro que a trilha do Pai Zé que leva ao pico da montanha.

Jaraguá, em tupi significa: Senhor do Vale. Dá para entender seu significado por ser o ponto mais alto da região metropolitana de São Paulo.

Em nossa caminhada vimos vários animais locais como gambá, esquilos, saguis, macacos-prego e quatis, além de toda a exuberância da flora local, com diversas plantas e flores dentro de uma floresta de mata atlântica de planalto com campos de altitude.

As trilhas são autoguiadas e de fácil acesso, a do Silêncio, da Bica e do Lago, são muito tranquilas e não exige nenhum esforço físico para fazê-las, já a do Pai Zé é um pouco mais difícil, mas nada que impeça a caminhada para apreciar a paisagem e sentir a força da montanha.

Depois de aproveitar bem a caminhada e renovar as baterias para a semana, descemos a montanha aproveitando cada momento.

Valeu galera! Foi muito bom passar o domingo com vocês!

Agora vamos programar a próxima aventura!

Abraços!

20 abril 2013

Trilhas de Bike e a pé em Atibaia

Sábado, fomos para Atibaia, cidade próxima a São Paulo.
Começamos o dia com tempo bom e aberto, perfeito para ser aproveitado.
Fomos à Pousada Águas do Vale, antiga Vale Encantado. A fazenda está preparada para os aventureiros. Nela contamos com 35 km de trilhas bem definidas, com subidas e descidas, grutas, monumentos de pedra, cachoeiras e a Represa do Vuna. A pousada oferece toda a sua estrutura e apoio necessários aos amantes da natureza.  Se quiser conhecer melhor entre no site: www.pousadaaguasdovale.com.br, você vai gostar.
Aproveitamos o dia para caminhadas e pedaladas.
Como o Marco e eu, Marcos fomos a pé, segue meu relato da caminhada.
Saímos da Pousada e fomos para o Mirante de Pedra. Esse seria o primeiro local a ser visitado. Subimos por dentro do condomínio ao lado da pousada rumo ao topo da montanha conhecida como Pedra Branca. No caminho conhecemos um dos moradores locais e ele nos deu uma dica que mudou nosso percurso.
Depois de chegar à Pedra Branca e ter a visão completa do vale, nosso desafio foi entrar na mata fechada em direção à Pedra Vermelha, cuja trilha estava quase tomada pelo mato e seria necessário abri-la no facão para chegarmos ao nosso novo destino.
Não pensamos duas vezes e encaramos o desafio no facão e depois de aproximadamente 400 m abrindo o caminho, chegamos à Pedra Vermelha. Foi uma sensação única!
Abrir caminho e chegar a um mirante como aquele foi de fato o melhor do dia!
A visão completa do vale, o desenho da pedra, a natureza viva a nossa volta, foi bom demais!
Descemos o máximo que podíamos, com receio de tomar algum tombo, o que poderia ser muito sério naquela altura. Tentamos descer até o final, mas sem equipamentos apropriados e sem conhecer a base da montanha de pedra, tivemos que deixar para outro dia. A montanha não mudará de lugar, então haverá uma próxima aventura nela com certeza!
Depois disso voltamos à Pedra Branca e descemos por ela até o final, pulando a cerca que separa a fazenda do condomínio e voltamos à base, o ponto de encontro marcado com os bikers, na sede da fazenda.
Ficamos lá, conversando. Cada um contando sua aventura.
Dizem que “o que é bom dura pouco”, então tivemos que voltar para casa depois de um dia tranquilo e muito bem aproveitado.
Até a próxima aventura!

30 março 2013

Trilha da Argila em Paranapiacaba

Mais uma vez, lá fomos nós!
Logo cedo, chegamos a Rio Grande da Serra para darmos início a mais uma aventura.
Muita gente infelizmente não pode ir nessa trilha por causa do feriado de Páscoa, mas quem foi não se arrependeu.
A Trilha da Argila começa bem perto da Trilha do Barro. O trajeto é outro, mas o solo é quase o mesmo, eu disse quase. No começo da trilha ele é bem parecido, mas logo começam as mudanças, deixa de ser lama e passa a ser barro, sabe aquele barro para fazer vaso? Esse mesmo! Os pés afundam, não tem escapatória, ou você pisa no barro ou pisa no barro.
A caminhada começou tranquila, já que seriam mais ou menos 6 km de ida até nosso destino. Mas logo que passou a primeira parte da trilha, começamos a mais complicada, caminhando ora dentro do rio ora subindo e descendo barrancos, até chegarmos à primeira cachoeira, mas como havia muita gente por lá continuamos nossa caminhada nos barrancos, subidas, decidas, decidas e mais decidas isso tudo só na ida e claro que tinha a volta.
Enfim chegamos a nossa cachoeira, ela parecia reservada para o nosso grupo. Depois de uma longa caminhada fomos recompensados pela natureza mais uma vez.
Ter o privilégio de estar perto de São Paulo, em uma área preservada, cheia de vida com uma beleza impar, não tem preço.
Tomamos aquele banho de cachoeira e ainda tivemos tempo de fazer mais um pequeno rapel.
Descansamos um pouco e encaramos os 6 km de volta. Depois de tantas decidas agora era só subida, bom pelo menos com as baterias recarregadas.
Foi muito bom! Conhecemos mais uma trilha, uma galera nova e cheia de disposição.
Valeu pessoal, até a próxima!


10 março 2013

Trilha do Garcez - Natividade da Serra

Domingo o sol não tinha nascido ainda e lá estávamos nós com os pés na estrada seguindo para Natividade da Serra, município vizinho a São Luis do Paraitinga, cerca de 200 km de São Paulo.
 
A viagem foi tranquila. Quando saímos da Rodovia para encarar os últimos 17 km a coisa ficou mais difícil. A estrada de terra estava bem precária e exigiu muita paciência para percorrer esse trecho, mas nada que tirasse nossos ânimos para fazer a trilha.

Depois de uma hora de estrada de terra chegamos à portaria do Parque Estadual Serra do Mar - Núcleo Santa Virginia - Base Natividade da Serra.

Fomos recepcionados pelo guia João que já nos aguardava desde cedo. Depois das devidas apresentações começamos nossa caminhada.

O dia estava quente e limpo, tudo estava perfeito para a caminhada dentro da Mata Atlântica.

A Trilha do Garcez tem um percurso de aproximadamente 6 km com três cachoeiras em seu caminho.

Logo de início, caminhamos às margens do Rio Jacu de águas cristalinas. Em pouco tempo de caminhada chegamos à cachoeira do Jacu, claro que foi nosso primeiro banho de cachoeira do dia.
 
Seguindo em frente na trilha, ora na mata fechada ora por dentro do rio, chegamos à cachoeira do Garcez que tem uma queda d'agua de aproximadamente 40 m se contarmos a parte escondida atrás das árvores logo acima de onde ficamos. Claro que tomamos outro banho de cachoeira.
 
Cruzando o rio aqui e ali, seguimos em frente.
 
Já satisfeitos com o dia e com a trilha, ainda paramos na cachoeira da Divisa, essa bem menor, mas com uma boa piscina natural. Não deu outra, lá fomos nós outra vez.
 
Depois de uma boa caminhada, três banhos em três cachoeiras diferentes no mesmo dia, com as forças renovadas voltamos à Base do Parque, carimbamos os passaportes e seguimos para a estrada de terra de novo.
 
Voltamos para casa já pensando e programando a próxima.

Trilheiros: Cris, Flávia, Marco, Marcos Roberto, Marcos Tsuda, Paula e Thiago.

23 fevereiro 2013

Trilhas em Campos do Jordão

Sábado dia 23 fomos para o Parque Estadual de Campos do Jordão a 165 km de São Paulo para curtir o dia de formas diferentes, uns encararam na caminhada e outros curtiram o local na pedalada.
Na caminhada, fomos para a trilha de Campos com aproximadamente 3 km com muita subida e mirantes naturais. Essa trilha é autoguiada. O começo foi puxado, subida, chuva, raios e de repente, céu aberto, mirantes perfeitos, resultado: ótimas fotos!
Ver as araucárias do alto é um presente para os olhos.
Continuamos a caminhada e chegamos ao encontro da Trilha da Cachoeira. Seguimos para a trilha com mais 4,7 km. Passamos pelo viveiro, um ribeirão, caminhamos até chegar à cachoeira do Galharada e no caminho pegamos mais um pouco de chuva. Claro que isso não desanimou ninguém. Já na cachoeira, não tive dúvidas e entrei na água que estava muito gelada, mas valeu o banho revigorante.
Voltamos para o ponto de encontro e encontramos nossos amigos bikers já se preparando para a retirada do parque.
Foi um dia e tanto, para uns a pé, para outros sobre rodas, mas o mais importante foi a amizade do pessoal. Todos curtiram e se divertiram. Isso que importa!
Agora o resumo do que foi o pedal.
Por Daniel Canton: 
"Chegamos com muita vontade de pedalar, estávamos pronto pra 10km pelo menos... não sabíamos que aventura nos aguardaria essa trilha... depois de muitas pedras, subidas, barro, lama, poças, NÃO TIVEMOS NENHUM TOMBO GRAÇAS A DEUS!!... e como nosso amigo Marcião tinha muito fôlego nas pernas, fomos um pouco adiante totalizando 18km de pedalada que estava programada pra 1 horinha e acabamos fazendo em 2 horinhas... foi muuuuuito top, valeu galera!!"

Aventureiros: Cláudia Melo, Daniel Canton, Marcio Pereira, Marco Lasinskais, Marcos Roberto e Osmar Macias.

16 fevereiro 2013

Trilha do Barro em Paranapiacaba

Dia 16 reunimos a galera e fomos fazer mais uma trilha. Dessa vez organizada pelo guia Eduardo Mira, com um roteiro especial com muito barro, algumas cachoeiras e um rapel.


Nossa jornada começou diferente, fomos de trem até a cidade de Rio Grande da Serra onde nos encontramos com a outra parte do grupo e depois seguimos para nosso destino, Trilha do Barro – Cachoeira da Fumaça em Paranapiacaba.

Como o nome diz “Trilha do Barro”, não podia ser diferente, tinha muito barro mesmo!

Mesmo assim, ninguém desanimou mesmo com os pés encharcados. O tempo todo com muita lama, barro e uma caminhada dentro do rio. A trilha toda não foi muito longa, mas teve certo nível de dificuldade, principalmente para alguns que estavam iniciando nas trilhas.

O principal atrativo da trilha foi o Mirante da Cachoeira da Fumaça, com aproximadamente 70 m de altura com vistas para as cidades de Cubatão e Santos. O dia estava aberto e com o céu azul. Foi uma visão para poucos.

Mas nossa trilha não terminou ali, foi só um ponto de parada para apreciar a natureza, respirar um ar puro, contemplar e encher os olhos e recarregar as energias para descer a trilha ao lado da cachoeira.

Descer foi mais complicado do que subir. Alguns trechos com barrancos. Toda a atenção e cuidado para evitar quedas foi necessário. Foi muito legal ver os participantes ajudando uns aos outros, mesmo os que se conheceram apenas algumas horas antes da trilha.

Tomar um banho na cachoeira depois da descida não tem preço, foi bom demais!

Mas você pensa que acabou? Não acabou não!

Descemos um pouco mais e o nosso guia Eduardo armou as cordas para fazermos um rapel em uma cachoeira de aproximadamente 7 m e os que quiseram participar dessa aventura puderam curtir mais um pouco no meio da natureza. Enquanto nossos novos amigos ainda desciam o rapel, ficamos em uma piscina natural no alto da cabeceira de outra cachoeira que descia para um vale. A vista de lá era ainda mais bonita.

Depois de toda essa aventura, era hora de arrumar nossas coisas e fazer o caminho de volta.

Subimos a trilha da cachoeira, seguimos pelo rio, passamos pela trilha de lama e barro até chegarmos novamente na estrada e entrarmos no ônibus de volta à Estação de Rio Grande da Serra.

Foi uma trilha e tanto, cheia de surpresas agradáveis e pessoas com disposição para curtir a natureza.

Valeu turma pela companhia, até a próxima!

20 janeiro 2013

Salto de Paraquedas

Domingo, dia 20 de janeiro fomos à cidade de Piracicaba para uma aventura radical, com certeza a mais radical que já fizemos até hoje.
A previsão do tempo não estava nada animadora, de hora em hora eu ligava para o pessoal da Atmos Paraquedismo para saber como estava a condição climática na região e saber se haveria condições de realizar nosso salto que estava agendado para as 16:00 e a possibilidade de pancadas de chuvas era grande segundo a Climatempo.
Decidimos e arriscamos mesmo com a possibilidade de chuva. Ainda bem, foi uma decisão acertada e deu tudo absolutamente certo. O dia foi perfeito.
Saímos de São Paulo às 13:00 e chegamos em Piracicaba por voltas das 14:30. Fizemos todos os preparativos e aguardamos nossa hora do salto.
A cada momento, subia um avião com um grupo de aventureiros curtindo seu salto e nossa hora se aproximava a cada instante. A ansiedade, emoção, adrenalina aumentavam minuto a minuto.
Quando fomos chamados para colocar as roupas apropriadas, ufa! Chegou a hora! Foi uma mistura de euforia, adrenalina, tremedeira, mas nada tirou o ânimo de fazer uma das coisas mais radicais no mundo dos esportes.
Depois de equipados e orientados, subimos no Teco-Teco, que mais parecia uma lata de sardinha com asas e um motor. Parece piada, mas é verdade!
Decolamos e fomos subindo, subindo até chegarmos a mais ou menos doze mil pés ou aproximadamente quatro mil metros de altura.
Quando a porta do avião se abriu, eu senti um frio na espinha. Estava sentado ao lado da porta e de repente, ela não estava mais lá e no lugar um abismo de quatro mil metros entre eu e o chão. Essa foi a primeira emoção, tive que controlar a respiração e seguir as orientações para dar continuidade ao salto, não poderia travar nessa hora de jeito nenhum. Logo em seguida, me posicionei na porta do avião e shuhshsusushusu!
Lá estava eu caindo, caindo, caindo... Foram trinta ou quarenta segundos de queda livre a 200 km/h. Não sei como explicar, meus tímpanos doíam, minha boca ficou seca, não conseguia respirar direito, meus rosto esticou todo, mas a sensação de liberdade, de estar realizando um desejo não tem igual!
Me perguntaram se eu vou saltar novamente, a resposta é simples. TODAS AS VEZES QUE EU PUDER EU VOU! E convido quem quiser fazer uma aventura inesquecível para toda a vida.
Cris você é uma parceirona para todas as horas e aventuras! Começamos muito bem 2013 e isso foi só o começo!
Agora vamos ao Salto da Cris.
Ansiedade é a palavra que definiu os instantes antes do salto, uma mistura de sensações...frio na barriga, vontade de chegar a hora logo, felicidade por estar realizando um desejo.
Chegou a hora, aiaiai...
Na hora do salto, a sensação foi tão avassaladora que tudo pareceu acontecer muito rápido.
Do alto, tudo fica pequeno e a sensação da adrenalina correndo pelo corpo é daquelas inexplicáveis. Só sentindo para saber.
Ao ficar na porta do avião com aquele visual deslumbrante e ao mesmo tempo assustador de mergulhar no céu azul como se fosse uma piscina infinita, o corpo experimenta, por alguns segundos, o poder de voar. E na mente, todos os pensamentos desaparecem. Nada define melhor esta sensação do que a palavra liberdade. O instrutor deve ter ficado surdo porque eu simplesmente não parava de gritar, simplesmente porque a sensação era demais. Um sentimento de êxtase total.
Com certeza quando tiver oportunidade saltarei de novo, de novo e de novo... Junto com meu parceiro radical Marcos Roberto e nossa fotógrafa exclusiva Mônica Gavarron, comecei o ano de 2013 com chave de diamante ...
Viver é o limite!!!
 
 
Não posso deixar de agradecer a Mônica que esteve com a gente o tempo todo, dando suporte nas filmagens e fotos do chão, além da companhia indispensável e parceira de todas as horas e momentos... Te amo Mônica!
Essa foi nossa primeira aventura radical no ano.
Começamos no ar, será que vamos terminar debaixo d’água?
Aventureiros: Cris, Marcos Roberto e Mônica Gavarron