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Aqui você saberá, quando, onde e quem, participou de nossas aventuras e trilhas. Sempre a procura de novos amigos e companheiros com disposição para aventuras e curtir a natureza. Participem do nosso Blog. SEJAM BEM VINDOS!

01 fevereiro 2014

Trilha Estrada Velha de Santos

Depois de tanto tempo fechado para visitantes o Parque Estadual Serra do Mar, também conhecido como “Caminhos do Mar / Monumentos Históricos”, finalmente foi reaberto ao público no final de 2013.

Esta é uma das trilhas que consta no programa Trilhas de São Paulo desenvolvido pela Secretaria de Turismo. O passaporte em si é um guia para incentivar o turismo nos Parques Estaduais. Infelizmente, boas ideias não tem o incentivo que merecem. O programa é excelente, mas a execução uma droga.

Ninguém consegue encontrar os passaportes nos parques ou no site do programa. Resumindo: não existem mais passaportes. Já ouvimos por diversas vezes que lançariam um novo passaporte com outras trilhas, mas essa é outra ideia que ficou perdida. Sem contar que em alguns parques o tratamento ao turista deixa a desejar. O abandono, a falta de manutenção e de pessoas qualificadas para atender o turista é de causar revolta.

Pior ainda quando encontramos pessoas que se acham “donas” dos parques e fazem de tudo para colocarem os turistas para fora o mais rápido possível.

Um parque da grandeza do Parque da Estrada Velha de Santos deveria ter horários estendidos para o atendimento ao público, principalmente em época de horário de verão já que os dias são mais longos. Abrir às 9:00 e fechar às 16:30, ninguém merece! Chega a ser quase inibitivo quando o turista quer percorrer todos os 18 km da Estrada Velha visitando todos os monumentos. Já passou da hora da Secretaria de Turismo rever todas essas falhas e reorganizar o programa e adaptar melhor os horários dos parques.


Bom, chega de desabafo!

Fizemos nossa reserva com antecedência, juntamos a turma na entrada do Parque em São Bernardo do Campo, recebemos nossos crachás, ouvimos as instruções do monitor e lá fomos nós!

Como nosso grupo era muito grande, deixamos que cada um seguisse no seu próprio ritmo durante o percurso.

A primeira parada foi na Casa de Visitas do Alto da Serra construída em 1926 em estilo indiano e era usada para receber visitantes durante a construção da Usina de Cubatão.

Depois de algumas fotos, seguimos para a Casa de Pedra, mais conhecida como Pouso de Paranapiacaba. Dela podemos avistar parte de Santos, Cubatão e com sorte alguns navios seguindo em direção à região portuária.

Alguns metros à frente chegamos às ruínas de uma casa construída nos anos 20 para abrigar funcionários durante a construção dos Monumentos do Caminhos do Mar. Recomendo uma parada básica para fotos!

Algumas curvas à frente temos uma visão magnífica! À frente vemos o litoral, à direita as montanhas da Serra do Mar e a Rodovia Anchieta e a esquerda o Mirante, uma torre de controle de manutenção dos dutos. Esse é um lugar para bons momentos de contemplação!


Sem perder muito tempo seguimos em frente. Descemos pelas curvas da Estrada e chegamos ao Belvedere Circular construído em 1922. Ele marca o primeiro cruzamento da Calçada do Lorena com a Estrada Caminhos do Mar. Percorremos o pequeno trecho de 200m da calçada até voltarmos para a Estrada.

A Calçada do Lorena foi construída em 1792 e restaurada em 1992. Foi o primeiro caminho pavimentado com pedras na região da Serra do Mar, ligando São Paulo ao Porto de Cubatão. O transporte das mercadorias era feito em lombos de mulas.

Parada estratégica na bica para refrescar um pouco e uma curva à frente chegamos ao Rancho da Maioridade.

Construído em 1922, o Rancho da Maioridade era utilizado como ponto de descanso durante a viagem entre Santos e São Paulo. Seu nome é uma alusão a Estrada da Maioridade de 1846, em homenagem à maioridade de D. Pedro II.

Suas paredes revestidas de azulejos contam um pouco de como eram as travessias em lombos de mulas e cavalos, o transporte de mercadorias e as viagens em carruagens, retratando a diferença entre os ricos, barões e a classe trabalhadora.


Cerca de 300 m à frente, chegamos ao Padrão do Lorena, construído em 1922 em homenagem a Bernardo José Maria de Lorena - Governador da província de São Paulo, com painéis que ilustram cenas do século XVIII.

Desse ponto até Cubatão, são curvas, curvas e mais curvas! Claro que entre uma curva e outra, mais mirantes e algumas cachoeiras no caminho.

Falando em cachoeira, quem resistiria a uma cachoeira depois de andar aproximadamente 6 km embaixo de um sol de tostar a pele? Não tinha como não aproveitar um pouquinho, ninguém é de ferro né!

Com o corpo refrescado, descemos até o Centro de Apoio ao Visitante (CAV) em Cubatão.

Parte do grupo estava lá embaixo e outra parte já estava fazendo o caminho de volta, mas para nós, os últimos do grupo, ainda faltava cruzar por todo o parque industrial e seguir para a Praça do Cruzeiro Quinhentista.

Esta praça fazia parte do parque e foi removida do seu local original para construção da Petroquímica Presidente Bernardes. Nela vemos outros painéis que retratam a chegada das Caravelas, a colonização portuguesa e a catequese dos índios. A praça é um dos cinco Monumentos Históricos do Caminhos do Mar.


Voltamos para o CAV, tomamos um lanche, recarregamos as energias e lá fomos nós para todo percurso de volta.

Descemos de 760 m para 15 m de altitude.

Quase já sem forças devido ao sol forte e a subida, chegamos à Portaria em São Bernardo do Campo.

Nos despedimos do parque já pensando em voltar outras vezes.

Espero que todos tenham gostado dessa aventura.

Conhecemos mais gente que gostam de desafios, trilhas e aventuras. Certamente nos veremos em outras oportunidades!

Foi um dia e tanto!

Até a próxima pessoal!

26 janeiro 2014

Mega Tirolesa e Cachoeira Boca da Mata

Começar o domingão reunindo a galera para uma aventura é bom ou não é?

Depois de encontrar a turma nos pontos de encontros marcados, seguimos para Pedra Bela, cidade do interior de São Paulo próxima a Bragança Paulista.

Chegando lá, encontramos outra parte do grupo que já esperava por nós.

O Grupo Ação Natural invadiu a Mega Tirolesa! Foram 29 pessoas reunidas para essa aventura radical!

Valeu pessoal pela consideração e confiança!

Fizemos novos amigos, rimos e nos divertimos muito, antes, durante e depois da Mega Tirolesa.

O pessoal estava o tempo todo em alto astral. Alguns participantes estavam receosos diante do desafio de encarar a altura, mesmo assim bateram o pé e se jogaram na Mega Tirolesa!

É isso aí! Mais uma aventura radical vencida! 

Não por acaso as pessoas sentem medo ou receio, ao todo são 1900 m de tirolesa saindo do ponto mais alto da cidade com aproximadamente 240 m de altura, descendo a 115 km/h. É uma sensação impar! Adrenalina, medo, coragem e diversão, muita diversão!


Depois da parte radical do dia, juntamos a turma novamente na Cachoeira Boca da Mata. Localizada acerca de 10 km do centro de Pedra Bela.






Nesse ponto acabamos dividindo o grupo, uma parte ficou se refrescando logo na entrada da cachoeira e outra parte encarou outro desafio: ir atrás de uma cachoeira maior mato adentro.


Passamos por pinguelas, por dentro de sítios, pulamos cercas de arames farpados, atravessamos pastos com gados e até um bambuzal.

Conversamos com uma moradora local que nos indicou a direção certa para a cachoeira.

Daquele lado, o rio proporciona várias quedas d’água e boas cachoeiras para um bom banho refrescante e muitas risadas!

O dia já estava indo embora, então resolvemos voltar para encontrar com a outra parte do grupo que ficou lá no começo da caminhada.


Juntamos o grupo para voltar para casa com a missão cumprida. Muita diversão, um banho refrescante de cachoeira e novos amigos!

Valeu pessoal! Bem-vindos a nossas aventuras!

Nos vemos nas próximas!

Esse foi mais um domingo de aventura.

Semana que vem tem mais!

Até lá então!

Grupo Ação Natural Trilheiros

11 janeiro 2014

6ª Etapa da Rota Franciscana – Rota Conhecimento

Começamos de madrugada nossos preparativos para iniciar a segunda rota do Programa Caminha São Paulo – Rota Franciscana. Escolhemos a Rota do Conhecimento, mas essa rota deveria se chamar do descobrimento.

O trajeto liga as cidades do Bananal, Arapeí, São José do Barreiro, Silveiras, Cachoeira Paulista, Canas, Lorena e Guaratinguetá. Ao todo serão 155 km de caminhada ou pedalada.

Saímos de São Paulo às 3:00 da manhã para a cidade do Bananal localizada no extremo leste do Estado de São Paulo, divisa com o Estado do Rio de Janeiro.

Depois de uma longa viagem até a cidade, preparamos nossas bikes e lá fomos nós registrar a passagem no primeiro pórtico do dia. Infelizmente não estava funcionando e não registrou nossa passagem. Esse foi o primeiro descontentamento do dia.

Fundada em 1783 o povoado de Bananal cresceu ao redor de uma capelinha de pau-a-pique e foi elevada à vila em 1832, mas só em 1849 se tornou um município. A cidade cresceu com as fazendas de café e teve até moeda própria.

Os casarões antigos dos barões do café da cidade são encantadores, vale destacar a Pharmácia Popular que existe desde 1830 e é considerada a mais antiga do Brasil em funcionamento. Sem falar no Chafariz de ferro ordenado com elementos barrocos que serviu como fonte de abastecimento de água para a população que não tinha água encanada.


Próximo ao pórtico está a Estação Ferroviária de Bananal que foi muito importante para suprir as necessidades de grande saída das produções de café para o Estado do Rio de Janeiro. Ao lado da estação está a Locomotiva 302 Teresa Cristina de 1889.

Passamos ainda pelas Igrejas Nossa Senhora da Boa Morte e Glória e da Igreja Nossa Senhora do Rosário. Infelizmente não visitamos nenhuma delas.

Depois de conhecermos um pouco da cidade, seguimos nossa rota. O segundo descontentamento foi não ter encontrado nenhuma placa da Rota Franciscana em parte alguma na cidade, nada indicava o caminho a ser percorrido. Se não fosse o GPS do Tsuda estaríamos perdidos logo no começo da rota.

Durante o percurso da rota passamos por dentro de algumas fazendas, o que acabou gerando uma grande dúvida, já que não havia placas indicando o caminho por dentro delas, mas o trajeto disponibilizado no site do programa indicava a passagem. A coordenação precisa rever as formas de indicações de todas as rotas, não foi a primeira vez que isso aconteceu!

Para piorar a situação um morador da região nos informou que as placas não estavam ali, mas sim na rodovia. Então, fomos para rodovia e lá encontramos uma das placas, mas estava totalmente fora da rota informada no GPS. Será que o percurso mudou e ninguém atualizou a rota no site?

Tentamos seguir pelas poucas placas “achadas” fora do percurso e fomos para Arapeí.

Arapeí em tupi guarani – Rio dos Lambaris. Antes da emancipação em 1991 ela também foi chamada de Alambari que significa – Peixinhos na cor de prata, segundo a língua tupi guarani.


A cidade originou-se na época das Capitanias Hereditárias, quando o povoado cresceu durante o clico cafeeiro.  Preservando as grandes fazendas, hoje Arapeí é um ponto turístico rural, de artesanato, comércio e agropecuária.

Na cidade passamos pela Igreja Matriz Santo Antônio, mas estava fechada. Seguimos para a Praça Alambary nome dado em homenagem ao antigo nome da cidade, mas infelizmente deixamos de visitar outros atrativos como a Cachoeira da Gruta, a Caverna do Alambary, a Serra da Glória e a Fazenda Caxambú. Isso só nos deixou com vontade de voltar para aproveitar o que ficou para trás.

Passamos nossos cartões no pórtico na Praça Alambary, mas como aconteceu no pórtico do Bananal, ele também não registrou nossa passagem.

Seguindo em frente, passamos pelo Bairro do Formoso. Uma vila simpática entre as cidades de Arapeí e São José do Barreiro, com uma pracinha, igreja e casarões antigos, um lugar gostoso para uma parada durante a rota.

A falta das placas fez com que seguíssemos pela rodovia deixando de lado boa parte da rota, já que não tínhamos a certeza de que o mapa do programa indicaria o caminho certo ou se ficaríamos perdidos dentro de alguma fazenda no final do dia.

Um dos pontos altos do dia foi entrar no Cachoeirão, só assim para refrescar um pouco, o sol castigava muito. Não estava fácil pedalar com 38º batendo forte na cuca.

Depois de um momento refrescante, voltamos para a estrada rumo a São José do Barreiro.

O nome da cidade se deu por causa da grande quantidade de atoleiros de barro formados após as chuvas, complicando sempre o caminho dos Tropeiros.


Cheia de trilhas e cachoeiras, São José do Barreiro é recheada de história como a do Cemitério dos Escravos que foi bombardeado em 1932 e ainda tem as marcadas do bombardeio até os dias de hoje. A Igreja Matriz de 1881 onde estão enterrados os restos mortais dos fundadores da cidade, infelizmente estava fechada quando passamos por ela. O Casario Colonial construído nos tempos dos barões do café e vários pontos turísticos como: o Escadão, a Fazenda do Pau D’Alho, As Ruínas da Casa de Pedra que não vimos por não encontrar as placas da rota, a Represa do Funil, concorrida pela prática de esportes náuticos e pesca, mas estava com o nível de água tão baixo que mais parecia um rio, entre outros pontos que valem serem visitados.

Paramos no pórtico na Praça da Igreja Matriz, registramos nossa passagem, mas infelizmente esse pórtico também não registrou.

Já saindo de São José do Barreiro passamos pelo Portal da cidade e encontramos outro pórtico. Mais uma informação desencontrada. No programa só existe um pórtico em São José do Barreiro e no caminho passamos por dois na mesma cidade, um no local indicado no site e o outro totalmente fora da rota.

Para não ter dúvidas passamos nossos cartões nesse pórtico também e para variar ele também não registrou nossa passagem.

Já no final do dia, seguimos nosso caminho de volta, passando rapidamente por Areias, próxima cidade da Rota do Conhecimento. Esperamos encontrar as placas no caminho para tirar essa má impressão do começo desta rota.

Apesar de tantos desencontros de informações e da falta de placas na rota, não faltou bom humor o caminho todo. A diversão está sempre garantida com esse pessoal. Faça chuva ou sol escaldante, os risos, piadas e brincadeiras, fazem parte dessa turma e isso não tem preço!

Valeu pessoal até a próxima!

Caminhantes: Argeu, Cris, Marco Lansiskais, Marcos Roberto, Marcos Tsuda e Sydão que estava sumido e continua insistindo em não sair nas fotos!

04 janeiro 2014

Trilha Mirante do Morro Nhangussu e Cachoeira Caceia

Começamos as aventuras do ano em alto estilo!

A trilha de fato foi pequena, mas o lugar compensa e muito! O ano começou com um visual incrível!

Em Guarulhos*, cidade vizinha a São Paulo, fomos para um mirante pouco conhecido até mesmo pelos moradores da cidade. O lugar é de fácil acesso, tem ônibus coletivo que para nas proximidades. Não há desculpas para não visitarem esse lugar.

*Guarulhos – significado: Guaru – índio barrigudo ou peixe barrigudo. O nome vem de uma tribo que habitava a região e integrava a nação Tupi,  era conhecida como os “Maromomi”.

Subimos até a entrada da pequena trilha (Rua Monte Bianco). O local é cercado, mas dá para entrar por uma passagem entre os arames farpados.

Passamos pela cerca e seguimos para o mirante.


É triste ver tantas pedras lindas completamente pichadas, é mais triste ainda que os escritos nelas sejam de pessoas que querem ser “tão certinhas” pregando o nome de Jesus e cometem uma atrocidade desse porte. É no mínimo revoltante e uma falta total de consciência com o meio ambiente e com uma das criações de Deus. Isso é um desrespeito total até pelo que estão pregando, sem falar dos trabalhos de macumba feitos no local que também são repugnantes!

Respeito todas as crenças, mas repudio toda e qualquer degradação ao meio ambiente.


Voltando à parte boa da trilha.  O lugar é lindo e vale passar algumas horas lá. Recomendo a todos passarem alguns momentos cercados de uma paisagem de tirar o fôlego. Chegamos lá por volta das 9:30 e o sol já estava alto, mas acredito que contemplar o nascer do sol ou o crepúsculo nesse local seja muito mais encantador.

Depois de algumas horas, rindo e batendo um bom papo com a turma, resolvemos ir para Mairiporã para uma cachoeira.

Então lá fomos nós!


Chegamos a Mairiporã na parte da tarde. A cachoeira parecia ser o único lugar que muitas pessoas acharam para se refrescar do sol escaldante. Tinha muita gente e em alguns momentos tinha fila para entrar na pequena queda d’água, o mais interessante era que a água da cachoeira saía debaixo de uma rocha. Atrás da mesma não tinha nenhum rio ou córrego. Ouvimos de alguns frequentadores do local que mais acima existia outra cachoeira. Quem sabe voltaremos para explorá-la outro dia!

Depois de um pequeno refresco nesse domingo de calor, voltamos para casa com algumas histórias para contar!

Valeu pessoal!

Obrigado pela companhia nessa primeira aventura do ano!

Agora é só aguardar pela próxima!

30 dezembro 2013

Retrospectiva Ação Natural 2013

Lembrando nossas aventuras do ano!

Dia 13 de janeiro começamos o ano com uma trilha no Sul de Minas. Fizemos a Trilha do Pico do Lopo subindo até 1780 m de altitude, vários mirantes e um visual deslumbrante.

Em 19 de janeiro fomos ao Parque Estadual do Juquery para fazermos as trilhas do Ovo da Pata, dos Lagos e da Árvore Solitária. No cume do Ovo da Pata pudemos avistar o Pico do Jaraguá e as cidades vizinhas de Mairiporã, Franco da Rocha e Caieiras.

Aumentando a adrenalina, a Cris e eu saltamos de paraquedas em Piracicaba em 20 de janeiro. Já fica o convite para todos do grupo interessados em saltar, em 2014 saltaremos novamente.

Vai um pouco de lama aí? Dia 16 de fevereiro fomos à Paranapiacaba para fazermos a Trilha do Barro. Bom, não preciso mencionar que tinha muito barro! Vamos marcá-la novamente com certeza!

Ainda em fevereiro fomos para Campos do Jordão para fazermos duas trilhas, a Trilha de Campos e a Trilha da Cachoeira. Mesmo com chuva, lá fomos nós! Parte do grupo foi de bike e a outra parte encarou a caminhada. Foi sensacional!

Em 10 de março fomos para São Luiz do Paraitinga – Natividade da Serra, onde fizemos a Trilha do Garcez. Foi uma aventura e tanto chegar lá no parque já que a estrada de terra estava em péssimas condições e levamos mais tempo que o previsto. Depois foi só alegria, muitas cachoeiras e muitas risadas!


Fechando março, voltamos para Paranapiacaba para uma trilha parecida com a Trilha do Barro. Fizemos a Trilha da Argila. Foi muito bom! Amassamos muita argila e nos divertimos muito. Depois de uma boa caminhada chegamos a uma cachoeira espetacular e ainda fizemos um pequeno rapel montado pelo Eduardo Lira da Trilhas da Terra. Valeu Edu! Vamos marcar outras aventuras esse novo ano!

Nada como voltar a um lugar velho conhecido! 20 de abril fomos para Atibaia na Pousada Águas do Vale, antiga Vale Encantado para uma pedalada e caminhada e como em Campos do Jordão, parte do grupo fez as trilhas de bike e outra parte ficou na caminhada. Embora de formas diferentes, todos curtiram muito, foi bom demais!

Dia 21 de abril, fizemos uma trilha de última hora e para variar não poderia ser diferente, fomos ao Pico do Jaraguá, uma boa pedida sempre que estamos sem nada para fazer e com vontade de estar em contato com a natureza.

Em 10 de maio começamos o mês fazendo mais um esporte radical com o pessoal da TNT Adrenalina: fomos à Pedreira Dib em Mairiporã para um rapel de 40 m. Foi bom rever alguns amigos e fazer novos nessa aventura!

Também em maio, precisamente dia 25, recebemos um convite para uma Trilha Noturna na Serra do Itaberaba em Santa Isabel. Caminhar à luz da lua cheia foi muito bom, muita disposição e em excelente companhia. Obrigado pelo convite Rafael do Turismo de Aventura Ecoturismo! Em 2014 com certeza faremos outras trilhas juntos!


Em 09 de junho, juntamos a galera e fizemos uma visita à Aldeia Indígena Guarani Itaoca em Mongaguá. Tivemos um dia totalmente diferente de tudo e fomos presenteados com uma aula de costumes indígenas com nosso amigo Danilo ou Verá-Mirim como preferir chamá-lo. Ei pessoal, precisamos voltar lá de novo!

Dia 22 de junho começamos a nossa 1ª Etapa da caminhada da Rota Franciscana, programa do Governo do Estado de São Paulo. O objetivo é proporcionar aos caminhantes uma oportunidade única para conhecer várias cidades, suas histórias e culturas. Fomos de São Francisco Xavier à Monteiro Lobato. Claro que conhecemos muitos lugares e tivemos nossas próprias histórias, muitas risadas e descontração.

Fechando junho, fomos para Ilha Bela com o pessoal da TNT Adrenalina para uma aventura diferente: fazer um mergulho na Ilha das Cabras. Foi uma experiência e tanto, uma sensação de liberdade e bem estar sem igual. Se você ainda não fez, não perca tempo, você não vai se arrepender!

Dia 20 de julho fomos para Peruíbe fazer a Trilha do Itinguçu, uma trilha pequena mais muito atraente, valeu o esforço para chegar lá. Depois da trilha ainda passamos pela Prainha e pelas Ruínas de Abarebebê.

Em 27 de julho demos início à 2ª Etapa da Rota Franciscana de Monteiro Lobato a Santo Antônio do Pinhal. Foi muita aventura neste trecho, muita risada, lugares históricos como a casa do escritor Monteiro Lobato conhecida como o verdadeiro Sítio do Pica-pau Amarelo, muitas montanhas e belas paisagens. Não posso deixar de lembrar que nosso carro de apoio encalhou no meio do nada a 1300 m de altitude, como eu disse, temos muitas histórias!

Dia 17 de agosto encaramos a 3ª Etapa da Rota Franciscana, seguindo de Santo Antônio do Pinhal a São Bento do Sapucaí. Nesse caminho passamos por um alambique, cachoeira, por Sapucaí Mirim cidade do Sul de Minas e caminhamos por alguns picos de altitude para chegarmos a São Bento.

Em 24 de agosto juntamos a galera e fomos para São Luis do Paraitinga novamente, dessa vez para o Núcleo Santa Virgínia onde fizemos a Trilha da Pirapitinga. Depois de algumas subidas e descidas chegamos a uma garganta com muita água e logo em seguida a uma piscina natural. Não deu outra, caímos na água mais uma vez!

Em 25 de agosto juntamos uns “doidos” e subimos a Pedra do Baú em São Bento do Sapucaí.  Depois de encarar o paredão ainda passamos pela Cachoeira dos Amores e pela Estação Ferroviária de Santo Antônio do Pinhal.


Momento triste do ano, em 14 de setembro voltamos ao Parque Estadual do Juquery, mas desta vez para registrar um estrago sem precedentes causado por uma queda de balão, dizimando 40% da sua área verde. Em breve voltaremos para registrar a área recuperada!

Em 28 de setembro realizamos a 4ª Etapa da Rota Franciscana, indo de São Bento do Sapucaí a Campos do Jordão. Trecho puxado com muita subida chegando a 1650 m de altitude. Foi nesse trecho que conhecemos o Sydão!

13 de outubro foi à data escolhida para algumas trilhas no Núcleo Cabuçu em Guarulhos. Com a galera reunida fizemos uma boa caminhada com muita conversa e diversão.

Em 06 de novembro concluímos a Rota da Alegria, uma das rotas do programa da Rota Franciscana indo de Campos de Jordão à Guaratinguetá. Foi o trecho mais longo dessa rota e o concluímos de bike. Mesmo assim não faltaram risadas e muita diversão. Em 2014 serão outras rotas a percorrer.

Dia 23 de novembro iríamos para São Luis do Paraitinga para fazermos a trilha do Corcovado, mas as chuvas foram cruéis e não pudemos fazê-la. Para não ficarmos sem uma trilha, usamos nosso plano “B”: voltamos ao Pico do Lopo, com chuva e tudo. Valeu cada momento lá em cima! Mesmo com a vista prejudicada e muita neblina, foi divertido!

Para fechar o ano, juntamos uma galera e tanto para fazer um Rafting em Socorro. Muitas risadas e descontração. Já no ritmo de confraternização de final de ano. Foi demais pessoal!

Depois de tudo isso, ainda nos juntamos com a Missão de Natal 2013 do Ricardo Rodrigues (Baloeiro). Levamos cestas básicas, brinquedos, panetones e kits de higiene para a Tribo Indígena Rio Silveiras em São Sebastião. Foi uma experiência e tanto. Valeu pelo convite Ricardo, conte com a gente sempre!

Bom pessoal! Resumindo, esse foi nosso ano! Espero que 2014 seja tão bom quanto 2013!

Até dia 04 de janeiro na trilha de Guarulhos!

Abraços a todos!

Grupo Ação Natural Trilheiros

25 dezembro 2013

Missão de Natal 2013

Galeraaaaaa !!!! 

Muito obrigado pela força e contribuição na MISSÃO DE NATAL 2013...

Jamais imaginei que o nosso grupo fosse crescer tanto a ponto de atingir e superar a meta de doações...

Vários membros foram formando pequenos grupos e que se uniram pelo mesmo ideal no evento...... 

FAZER O BEM, AJUDAR e LEVAR ALEGRIA...

Grupos responsáveis por doações:

Ação Natural
Aline / Rômulo 
Baloeiro (EU) / Dra Bia (Carminha)
Débora Miranda
Silvia / Ricardo (Alemão)
Tatiana de Oliveira (Tati)


Obs.: Obrigado a TODOS OS MEMBROS de cada grupo de arrecadação.

Em 2013 superamos todas as expectativas e conseguimos ajudar 120 famílias (600 pessoas) de uma aldeia indígena com cestas básicas, panetones, kits de higiene, doces, brinquedos, livros e roupas para TODAS AS FAMÍLIAS DA ALDEIA RIO SILVEIRAS / SÃO SEBASTIÃO e como ainda nos restaram doações, levamos parte para a Periferia do IGUATEMI / VILA TOLSTOI/ SP e a outra parte foi levada para o LAR DE MARIA pelo Rômulo Nunes, Aline Hidaka e seu grupo...

Vale lembrar que não são só as pessoas que receberam os presentes que ficaram felizes, cada sorriso, cada olhar de gratidão de adultos e crianças já nos recompensa e nos motiva para o próximo ano da missão.


Assim como recebemos parabéns e muitos elogios pelo evento, acabei descobrindo outra coisa através de um membro do grupo, “A PESSOA” veio nos parabenizar, pois sua vida pessoal e familiar estava em baixa e que após participar das entregas, o convívio entre a família mudou para melhor e estão em plena harmonia, pois viram que tem pessoas em situações bem precárias de vida, passando fome, dificuldade e que continuam sorrindo e batalhando para serem felizes. 

A melhor forma de ser feliz, é fazer outra pessoa feliz......

Você só tem o bem, se fizer o bem! 


FELIZ 2014!

Obrigado a todos.


Ricardo ( Baloeiro ) e Dra Bia ( Carminha )

Por Ricardo Baloeiro

15 dezembro 2013

Rafting em Socorro

Pois é, chegamos ao final de 2013 e para fechar as aventuras combinamos um Rafting em Socorro em clima de confraternização.

Com a turma empolgada, seguimos para Socorro. Vale destacar a pontualidade do pessoal nos horários combinados, deixando ainda mais tranquila nossa programação. Nosso grupo estava com 34 pessoas dispostas a se divertirem bastante nessa aventura.


No caminho encontramos com o Marcos da Aui Mauê Rafting que se dispôs a nos guiar até o local do rafting, dando toda a atenção e segurança ao grupo. Valeu Marcão! Obrigado pelo apoio desde o começo das nossas conversas!

Já no local do rafting, fizemos uma brincadeira com a galera aumentando ainda mais o clima de confraternização. Realizamos um sorteio valendo um rafting grátis, uma viseira e um squeeze, esses dois últimos doados pelo Osmar, esquentando ainda mais o clima da brincadeira.

A ideia do sorteio foi presentear o azarão e fizemos dele o sortudo do dia.

A viseira ficou com a Eliana, o squeeze com o Lucas e o azarão do Gabriel ficou com o rafting. Eita cara azarado, viu!


Depois da brincadeira, ouvimos as instruções, colocamos os equipamentos de segurança e dividimos os times, ups! Os botes!

Todos preparados! Bora para o rio.

Nosso objetivo era descer 7 km do rio, mas a natureza não nos favoreceu. O rio estava muito baixo e fizemos apenas quatro dos 7 km programados. Mas, isso não diminuiu em nada nossa diversão, foi uma brincadeira e tanto, muitos risos e muita bagunça. Com certeza todos se divertiram bastante. Claro que voltaremos para descer esse rio cheio! Pode apostar!

Depois das remadas e corredeiras, chegou a hora do almoço, posso dizer que foi um almoço bem servido, o pessoal caprichou!

Batemos um bom papo, conhecemos muita gente nova que alegrou ainda mais nosso dia e vale destacar o pessoal de Jambeiro, que se dispôs a participar com a gente dessa brincadeira. Foi a estreia de muitas pessoas em nosso grupo e ainda pudemos rever alguns amigos sumidos. Contamos com vocês nas próximas aventuras, em!

Valeu pessoal! Foi bom demais participar com vocês nas muitas trilhas e aventuras durante esse ano!

Já com a certeza de que 2014 será ainda melhor! Não tenho dúvidas!


2013 foi um ano de novos amigos. Conhecemos muitas pessoas com os mesmos gostos. Esse sim é o verdadeiro motivo para comemorar!

É isso aí, pessoal!

Boas Festas!


Aproveitem bastante, que o ano que vem tem mais!

Grupo Ação Natural Trilheiros.

23 novembro 2013

Trilha Pico do Lopo – Extrema – MG

Como da última vez que estivemos no Pico do Lopo, tudo foi combinado em cima da hora. Nosso objetivo era a trilha do Corcovado em São Luiz do Paraitinga/Ubatuba, mas infelizmente por causa das chuvas essa trilha foi adiada.

Para não ficarmos sem uma trilha, nosso plano “B” foi subir ao Pico do Lopo. Localizado no Complexo da Mantiqueira em Extrema, cidade no sul de Minas, divisa com São Paulo. O pico tem altura de 1780 m.

O nome Lopo vem de LUPUS (Lobo em Latim), devido a grande quantidade de lobos que habitavam a região.

Mesmo com muita névoa, seguimos a trilha rumo ao cume. Passamos pela Pedra dos Cabritos e a Pedra das Flores. Pena que a névoa foi implacável com a gente, não nos deixando contemplar o visual que o local proporciona, mas mesmo assim foi uma sensação impar. Estávamos a cerca de 1600 m de altitude, mas com a sensação de estarmos acima das nuvens.

Continuamos nossa trilha rumo ao cume. Subimos pela trilha até chegar à fenda de pedras que dá passagem ao topo e tivemos que fazer uma pequena escalada para subir ao cume do Pico do Lopo.

Lá em cima a visão não foi diferente, tudo coberto por névoa, como se estivéssemos dentro de nuvens sentados na pedra.

Ficamos pouco tempo lá em cima, não demorou e caiu a chuva. Descemos e seguimos nosso caminho de volta na trilha embaixo de chuva.

Apesar da névoa e da chuva foi muito bom o contato com a natureza. Mesmo sem apreciar o visual do local, valeu cada momento durante a caminhada, com muitas risadas e diversão. A turma não desanimou mesmo com névoa, chuva, vento... Só faltou o sol!

Valeu pessoal!


Até a próxima!

06 novembro 2013

5ª Etapa da Rota Franciscana – Conclusão da Rota Alegria

Logo pela manhã, seguimos para Campos do Jordão, cidade mais alta do Brasil, para encarar os últimos 65,8 km da Rota da Alegria indo em direção a Guaratinguetá, porém dessa vez fizemos o trajeto de bike.

Começamos nossa pedalada passando pela Vila Capivari e pegamos uma estrada de terra e algumas pedaladas depois chegamos à Cachoeira Véu da Noiva, um dos pontos turísticos mais visitados de Campos do Jordão. A ideia era tomar um bom banho de cachoeira antes de prosseguirmos nosso caminho, mas vimos muito esgoto sendo despejado através de uma tubulação a poucos metros da queda da cachoeira e o cheiro era muito forte. Desistimos da ideia e lamentamos a contaminação da cachoeira.

Seguimos nosso caminho começando pela Estrada do Horto Florestal até a Estrada do Gomeral que liga Campos do Jordão a Guaratinguetá. No começo foi tudo muito tranquilo com todos pedalando e aproveitando o caminho. Mas, de repente, começou a subida. Já estávamos a 1650 metros de altitude numa subida de aproximadamente 7,5 km elevando para 1955 metros de altitude. Só o Marcos Tsuda encarou a subida na bike, nós, os mortais, descemos e empurramos as nossas. No topo da Serra, avistamos o Complexo do Baú, a cidade de Campos do Jordão lá embaixo e olhem que ela é a cidade mais alta do Brasil em! Vimos parte do Sul de Minas e o Vale do Paraíba.


Desse ponto começamos a descida pela estrada de terra, pedras, pedregulhos, rochas... bom, tinha de tudo na estrada, mas tivemos que descer cerca de 25 km. Foi um desafio e tanto em cima da bike, mas tudo era compensado a cada curva dessa estrada e olha que não foram poucas. Tivemos que descer de 1955 para 530 metros de altitude onde está Guaratinguetá. Foi uma aventura e tanto com muita concentração para não ir ao chão e muitas paisagens para registrar ao mesmo tempo, com algumas dores musculares, lombares e cãibras para superar.

Todo esforço da descida foi compensado com uma pequena pausa no rio que margeia a estrada. Nada como ter as forças recarregadas com um banho nas corredeiras de um rio!

Depois dessa parada, a estrada de terra terminou e voltamos à estrada asfaltada, mas ainda faltavam 26 km para concluirmos a rota. Pegamos nossas bikes e lá fomos nós. Na descida tudo ia muito bem, mas quando tinha uma elevação que exigia um pouco mais de esforço, a coisa ia ficando mais feia, o jeito era descer e empurrar mais um pouquinho e enquanto isso, o Marcos Tsuda ia em frente, vencendo cada subida sem demonstrar cansaço algum.

Chegamos à Guaratinguetá já no final do dia.

O nome Guaratinguetá vem do Tupi, significa Muitas Garças pela junção de GÛYRÁTINGA (garça: literalmente, “pássaro branco”, pela junção de GÛYRÁ, pássaro e TINGA, branco) e ETÁ (muitos). Recebeu esse nome pela grande quantidade de garças existentes na região.

Terra do primeiro Santo Brasileiro, Guaratinguetá está localizada na região do Vale do Paraíba. O município é um dos mais importantes na região do Vale, possuindo uma grande importância turística, industrial e comercial.

Registramos nossa passagem no Pórtico na Praça Santo Antônio e visitamos a Catedral com o mesmo nome do Santo.

A Igreja foi o marco inicial da cidade construída em 1630 em pau-a-pique e coberta de sapé. Local onde Frei Galvão foi batizado e rezou sua primeira missa. Em seu interior há altares barrocos e neoclássicos, com elemento rococó, afrescos e entalhes de madeira, com destaque para o para-vento da entrada. Entre suas antigas e valiosas imagens, destaca-se em especial a seiscentista imagem em terracota de Santo Antônio*.

Tivemos ainda uma aula de história com a Guia Clarisse, que se dispôs a apresentar a Catedral em detalhes. Nosso muito obrigado pela aula, Clarisse!

Ainda com tempo, descemos até a casa onde nasceu Frei Galvão. A casa foi reconstruída pela iniciativa privada em 1989 em comemoração aos 250 anos de seu nascimento. Hoje o local abriga relíquias do Santo, que relatam a sua vida religiosa e milagres. A casa é tombada pelo município por seu valor histórico e arquitetônico que conserva o estilo colonial da época.* (fonte folheto da Secretaria de Turismo de Guaratinguetá).


Foram 192,3 km concluídos na Rota da Alegria, desde São Francisco Xavier com seus encantos e vales, Monteiro Lobato e suas histórias, Santo Antônio do Pinhal e seu charme, São Bento do Sapucaí e suas montanhas, Campos do Jordão com sua arquitetura, ar fresco e altura e por fim Guaratinguetá pela importância turística e histórica.

Tudo isso registrado em muitas fotos, conversas, risos, conhecimento e muita, muita diversão! Sempre no mais alto astral!

Valeu pessoal pela conclusão da primeira rota do Projeto Caminha São Paulo – Rota Franciscana.
Que venha a próxima rota!

Caminhantes e Bikers: Argeu, Cris, Marco Lasinskais, Marcos Roberto e Marcos Tsuda. Motoristas de suporte Carlos Tsuda e Omar.