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Aqui você saberá, quando, onde e quem, participou de nossas aventuras e trilhas. Sempre a procura de novos amigos e companheiros com disposição para aventuras e curtir a natureza. Participem do nosso Blog. SEJAM BEM VINDOS!

14 abril 2018

Trilha da Cachoeira da Usina – Pedro de Toledo – SP

Dia 14 de abril, juntamos a turma para mais uma aventura. A escolhida dessa vez foi uma Trilha que fica dentro do Parque Estadual Serra do Mar (PESM) Itarirú localizado no Vale do Ribeira ao Sul do estado de São Paulo, sua área compreende parte dos Municípios de Pedro de Toledo, Itariri, Juquitiba, Miracatu e Peruíbe.

O Núcleo Itarirú foi criado em 1977. A origem do nome vem do Tupi que significa “pedra preciosa”. Esse núcleo oferece ao visitante trilhas ecológicas monitoradas, centro de apoio ao visitante, banheiros, auditório para palestras e até dormitórios para pesquisadores.

Para esse dia agendamos a Trilha da Cachoeira da Usina, uma caminhada de porte médio levando em conta a distância percorrida, ao todo marcamos 9,6 km do Parque até a Cachoeira ida e volta.

Nessa trilha além da cachoeira, o visitante poderá conhecer e ouvir a história das ruínas da antiga usina hidroelétrica da região construída em 1939 desativada em 1970.

Depois de percorrer a trilha até a cachoeira nosso grupo não pensou duas vezes para tomar aquele banho gelado nas corredeiras e na queda d’água. Apesar do dia estar nublado e com grandes possibilidades de chuvas fortes, todo esforço foi compensado pela beleza, histórias e um banho delicioso nas águas da serra.

Mas se você pensou que nossa brincadeira acabou por aí, você se enganou. Depois de voltarmos até a Base do Núcleo, seguimos para outra cachoeira, essa um pouco mais distante, cerca de 6 km da entrada do Parque, mas nessa fomos de carro. A estrada de terra tem bons e maus trechos para percorrer, o ideal é ir com um 4x4 pra não ter problemas como amassar seu protetor de cárter, judiar dos amortecedores, mas no geral um carro comum também passa, basta ir devagar e com pouco peso.

Após percorrer os 6 km intermináveis de estrada de terra chegamos a Cachoeira do Ribeirão Grande.

Essa cachoeira tem uma formação diferenciada, ela é uma grande parede de pedra por onde a água desce, mas quando o volume de água está baixo toda água do rio desce por uma pequena fenda no canto direito do paredão. Não preciso dizer que entramos na fenda para ficar debaixo de toda aquela pressão deliciosa né.

Posso dizer que curtimos muito cada momento que estivemos ali na cidade de Pedro de Toledo, ainda ficou muito para ser explorado na região. Ficamos sabendo de outras cachoeiras na cidade e nas proximidades, então em breve voltaremos para conhecer novos trajetos e outras cachoeiras.

Recomendo a todos os interessados agendarem uma visita ao PESM - Núcleo Itarirú, os monitores são muito bons, durante o percurso estavam orientando e informando tudo sobre a trilha, parque e as ruínas. Fica aqui nosso registro de agradecimento especial aos Monitores Adriano, Robert e Ronaldo, valeu mesmo cada momento que passamos com vocês.

Depois da trilha não poderia faltar aquela saideira tradicional com um almoço tardio na região. Na volta demos uma parada em Peruíbe onde “almojantamos” para depois retornarmos para casa.

Nesse dia conhecemos muita gente nova. Foi muito bom conhecer vocês e serão sempre bem-vindos em nossas atividades.

Desde já agradeço a todos os participantes, novos e os mais antigos. Tenho certeza que todos curtiram mais uma atividade inédita com o grupo.

Então não vemos na próxima aventura pessoal!


Turma na entrada do PESM Itarirú

Começando a Caminhada

Trilha mais fechada

Cachoeira da Usina

Criando coragem pra entrar na água

Curtindo a Cachoeira

Ruínas da Usina

Aula do Adriano sobre a Usina

Cris e a Cuíca

Voltando para a Base do Núcleo

Cachoeira do Ribeirão Grande

Cachoeira do Ribeirão Grande

Entrando na Fenda

"Almojanta"


30 março 2018

Parque Nacional de Itatiaia – 2ª Edição


No final de semana prolongado da Semana Santa juntamos a turma para mais uma aventura na Serra da Mantiqueira em Itatiaia, dessa vez contamos com nossos amigos e parceiros da Vertical Ecofun para essa atividade cheia de aventuras.

Partimos cedo de São Paulo e seguimos pela Via Dutra até a entrada da estrada que dá acesso à parte alta do Parque Nacional de Itatiaia – PNI.

Depois de fazer o Check in no Posto Marcão partimos para primeira aventura do dia. O Morro do Couto.

O Morro do Couto é o 8º Pico mais alto do Brasil com seus 2.680 m de altitude. Esse Morro fica à direita partindo do Posto Marcão, o acesso é relativamente fácil para atingir o cume. Com aproximadamente 3 km de trilha e uma pequena escalada em pedras para acessar o topo.

Com a disposição em alta e o companheirismo do pessoal o acesso foi rápido e tranquilo. Lá no cume decidimos seguir pela crista da montanha até a Base das Prateleiras aumentando nosso trajeto em mais 8 km de caminhada pela montanha. Tivemos vários momentos de subidas e descidas pelo caminho, com pedras escorregadias e soltas, cercados pela vegetação rasteira o tempo todo. Durante o caminho passamos ainda por dentro da Toca do Índio. Essa toca é um aglomerado de pedras que formam uma passagem coberta por dentro da montanha. Depois descemos a trilha sentido a Base das Prateleiras com uma visão panorâmica do Vale do Paraíba e da Serra da Mantiqueira. Na volta passamos pela entrada da Cachoeira das Flores com pausa para algumas fotos.

Deixamos o Parque e seguimos para nosso canto reservado no Hostel Picus onde preparamos nosso jantar e descansamos para nos preparar para as atividades do dia seguinte, a subida ao Pico das Agulhas Negras.

Logo cedo no dia seguinte, basicamente de madrugada. Levantamos e tomamos nosso café para seguir o caminho novamente até o Parque, dessa vez acompanhados pelo Guia Vinicius que nos conduziu até o cume do 5º Pico mais alto do Brasil com seus 2.790 m de altitude. O trajeto é difícil e é necessário acompanhamento de guias especializados para evitar acidentes ou ficar preso em alguma parte da montanha onde o resgate é muito complicado e difícil.

Nosso dia foi bem especial, o tempo estava aberto e com isso pudemos ver e contemplar boa parte do PNI lá das alturas do Pico das Agulhas Negras, as vezes a neblina cobria tudo e de repente tudo estava aberto novamente. Parecia até brincadeira da natureza escolhendo o que a gente poderia ver e o quê ela queria mostrar pra gente.

Depois da escalada, alguns amigos ainda subiram ao cume para assinar o Livro do Cume antes de descermos para base da montanha.

Passamos o dia todo subindo e descendo as paredes de pedra curtindo o visual e contemplando a beleza sem igual da Serra da Mantiqueira.

No final do dia voltamos para o Hostel onde preparamos o jantar para encerrar nossa aventura.

Na manhã seguinte a maioria do grupo decidiu voltar para São Paulo depois de curtir as trilhas e aventuras em Itatiaia.

Não há dúvidas que ainda voltaremos outras vezes para PNI, existem tantas outras partes daquele parque para conhecer. Um lugar cheio de espaço, trilhas, travessias e cachoeiras, ou seja, não faltam motivos para voltarmos lá.

Fica nosso convite para programarmos uma nova aventura!

Até a próxima!


























17 março 2018

Trilha da Pedra do Coração e Cachoeira do Barrocão

Dia 17 de Março tínhamos outra trilha marcada, mas infelizmente a adesão para a trilha original foi muito baixa que resolvemos deixa-la para outra oportunidade. Sendo assim estávamos sem um plano B para trilhar no fim de semana. Conversando com duas amigas descobri que elas fariam uma “via sacra” para fazer uma trilha que as levariam para a Cachoeira do Barrocão em Bom Jesus dos Perdões, usei a minha cara de pau de sempre, me ofereci para ir junto e de quebra aumentar um pouco o trajeto para conhecer outra trilha no caminho. Sou muito grato por terem me aceitado de bicão meninas! Posso dizer que foi muito bom fazer essa trilha de improviso com vocês!

Resumindo. Marcamos nosso ponto de encontro e partimos para Bom Jesus dos Perdões. Nossa primeira parada foi na Igreja Matriz no centro da cidade, onde pudemos contemplar um belo templo religioso com pilares relatando a via dolorosa de Cristo em volta da igreja.

Gostei muito da cidade, deu para perceber que a população cuida bem dela (pelo menos ali no centro tudo estava muito arrumado, limpo e preservado, coisa rara hoje em dia), já que a maioria dos centros comerciais das cidades infelizmente são pixados e têm muito lixo acumulado.

Saindo do centro partimos para entrada da trilha em um bairro afastado. Pegamos a rota para a cachoeira, mas antes de chegar lá entramos a direita rumo ao caminho que lava até a Pedra do Coração.

A trilha é de fácil acesso, porém com uma subida acentuada pelo menos nos dois primeiros quilômetros. Já no alto da trilha podemos ver do lado direito a parte de trás do Complexo do Monumento Natural da Pedra Grande de Atibaia (o que nos deu a ideia de voltar lá pra fazer essa travessia ligando as duas cidades pelas montanhas).

Enfim, superamos a grande subida e chegamos ao topo da Pedra do Coração.

Essa pedra tem esse nome por um motivo muito fácil de compreender. Sua formação rochosa exposta no meio da montanha forma um desenho de um coração no meio da mata rasteira que cobre o restante da pedra. Não é necessário usar a imaginação para vê-lo, basta pensar num desenho comum de um coração que você verá o Coração no meio da pedra.

Depois de contemplar aquele belo mirante com montanhas e pedras cercando nosso visual a perder de vista, seguimos em frente rumo ao segundo objetivo do dia, na verdade o objetivo original né, a Cachoeira do Barrocão.

Demos a volta pela crista da montanha até chegarmos na outra ponta da trilha onde desembocamos nas corredeiras do rio e logo abaixo fomos agraciados pelas belezas da natureza e das águas geladas que descem da montanha.

É claro que desfrutamos de um bom banho pra lavar a alma e o corpo. Depois do esforço da caminhada esse é um prêmio e tanto né.

Retornamos até nosso carro para finalizar nossa aventura, mas....

Sempre tem um “mas” quando temos tempo e disposição não é?

Decidimos dar uma esticada até Joanópolis para finalizar nosso dia com a exuberante Cachoeira dos Pretos.

Rodamos mais alguns quilômetros até a outra cidade para aproveitarmos mais alguns minutos do nosso sábado que teoricamente para mim tinha destino certo ficar em casa assistindo qualquer coisa, mas felizmente isso não aconteceu! Obrigado mais uma vez meninas!

Finalizamos nosso dia em um dos Cafés no caminho de volta da cachoeira com café (é claro) e queijo de búfala tradicional de Joanópolis.

Deu pra perceber que nossas aventuras sempre são cheias de surpresas e fora das mesmices né!

Bora com a gente na próxima?


10 março 2018

Trilha do Mirante e da Cachoeira do Sagui


Mais uma trilha realizada nesse último final de semana. Dessa vez fomos para o PESM – Parque Estadual Serra do Mar – Núcleo Curucutu no extremo sul da cidade de São Paulo. Isso mesmo “cidade”, não saímos da metrópole para fazer uma trilha na encosta da Serra do Mar.

Depois de seguir as instruções e recomendações durante o agendamento prévio, seguimos para o núcleo com o objetivo de fazer a Trilha do Mirante. Essa trilha oferece ao aventureiro uma vista privilegiada da Serra do Mar (vista cima da serra) do lado da capital, sendo que em dias com boa visibilidade pode-se avistar até a orla das Praias de Mongaguá e Itanhém, além é claro, dos morros que cercam e separam a capital da praia.

Percorrendo a trilha passamos por alguns pequenos marcos que dividem o território dos municípios de São Paulo e Itanhaém.

Para nossa sorte o monitor estava com disposição para nos conduzir até a Trilha da Bica durante o percurso da volta do Mirante, sendo assim, fizemos uma trilha circular com aproximadamente 4 km abrangendo uma pequena parte do Parque passando por dois atrativos disponíveis para visitação.

Depois da trilha, seguimos para a Fazenda Maravilha nas imediações do Parque para aproveitar o almoço caseiro feito em fogão a lenha e curtir um pouco da Cachoeira do Sagui dentro da propriedade.

Descemos uma pequena trilha até a cachoeira e para variar ela era só nossa, não tinha mais ninguém além do nosso grupo no momento.

Nadamos, rimos, brincamos nas águas geladas da serra.

Depois de mais um dia “difícil” no meio da selva, voltamos para parte urbana da selva de pedra para encarar nosso dia a dia.

Gostou?

É fácil ter momentos assim. Basta vir com a gente!

Aventure-se! Viva novas experiências!