Quem sou eu

Minha foto
São Paulo, SP, Brazil
Aqui você saberá, quando, onde e quem, participou de nossas aventuras e trilhas. Sempre a procura de novos amigos e companheiros com disposição para aventuras e curtir a natureza. Participem do nosso Blog. SEJAM BEM VINDOS!

28 setembro 2013

4ª Etapa da Rota Franciscana

Chegamos cedo a São Bento do Sapucaí para continuarmos nossa caminhada, dessa vez rumo a Campos do Jordão. Segundo o programa são 27,3 km de caminhada com muitas subidas no percurso.

Mas antes de começarmos a rota, passamos em um dos pontos turísticos da cidade, a pequena e rica em detalhes, Capelinha do Mosaico. Conhecida também como Capela de Santa Cruz, ela é toda revestida em mosaicos, obra dos artistas plásticos Ângelo Milani e Cláudia Villar.

Depois de algumas fotos, seguimos nosso caminho.

Não demorou muito e já avistamos o Complexo Pedra do Baú, formados pela Pedra do Baú, Bauzinho e Ana Chata, visão essa que nos acompanharia por todo o trajeto até chegarmos a Campos do Jordão.


Em nosso caminho passamos por vários sítios e fazendas, um caminho encantador ao redor da Pedra do Baú. Passamos pela Vila Rica, conhecida como Baú do Centro, típica do interior.

Percebemos que algumas placas da rota foram arrancadas em muitos trechos da caminhada. Encontramos uma das placas dentro do riacho que corta o Bairro do Baú do Centro, outras placas mal posicionadas depois de cruzamentos quando deveriam estar antes deles para facilitarem a identificação da rota a ser percorrida.

Voltando a nossa caminhada, subimos a 1715 m de altitude em uma caminhada puxada, exigindo muito esforço físico, mas compensado pelas belas paisagens, com vários mirantes de encher os olhos e sempre acompanhados por muitos pássaros.


Chegamos à área urbana de Campos do Jordão, onde tivemos um pouco mais de ânimo. Finalmente as subidas ficaram para trás!

A cidade de Campos do Jordão está situada na Serra da Mantiqueira, a cerca de 1650 m de altitude, sendo o mais alto município brasileiro, considerando altitude da sede. Conhecida como Suíça Brasileira por seu clima frio e pela arquitetura baseada em construções europeias.

Caminhamos rumo ao pórtico para registrar nossa passagem, mas tivemos uma ingrata surpresa, na Praça João de Sá, local indicado no site pelo programa, está o CIT (Centro de Informações Turísticas) e não tem pórtico. A Fabiana que trabalha no CIT confirmou que nunca foi instalado nenhum pórtico naquela praça. Ela entrou em contato com a coordenação e conseguiu a informação do local exato onde o pórtico está salvando nossa caminhada. Obrigado Fabiana!


Depois de caminhar 3 km a mais, voltamos para a entrada da cidade onde o pórtico está instalado e registramos nossa passagem. (Estas informações já foram encaminhadas para a coordenação da Rota).

Depois de registrar todos os cartões, seguimos nosso caminho de volta para casa.

Ao todo foram: 7h: 09m de caminhada, 33,4 km percorridos e 39.294 passos.

Agora só falta um pórtico para concluir a Rota da Alegria.

Valeu galera! Obrigado pela companhia!

Caminhantes: Argeu, Cris, Marco Lasinskais, Marcos Roberto e Marcos Tsuda.

Participação especial do enigmático Sydão Vodskowisk e Grupo Amigos das Crianças.

14 setembro 2013

Trilhas no Parque Estadual do Juquery

Sábado, fomos para o Parque Estadual do Juquery em Franco da Rocha, cidade vizinha a São Paulo.

Dessa vez, não foi por diversão, mas sim para fazermos um registro fotográfico após queimada criminosa provocada por queda de balão que dizimou cerca de 40% da área verde do parque.

O Parque do Juquery foi criado em 1993 para conservar a vegetação nativa existente e preservar áreas de Mananciais do Sistema Cantareira.  Em 1989 todo conjunto arquitetônico projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, o acervo documental e a área verde da Fazenda Juquery foram tombados pelo CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo).


Este Parque possui áreas de Mata Atlântica e Cerrado, com uma rica biodiversidade de plantas e animais. Esta Unidade de Conservação abriga o último remanescente de Cerrado preservado na região Metropolitana de São Paulo e tem como símbolos a seriema, ave típica do cerrado e de fácil observação e o Ovo da Pata, ponto mais alto do Parque com 942 metros de altitude.

No Parque ainda pode-se fazer a Trilha dos Lagos com 3 km, a Trilha Rio Juquery com 4,6 km, a Trilha da Árvore Solitária com 1,5 km, a Trilha da Gruta dos Pitus com 920 m, a Trilha Yu-kery com 1,3 km e a Trilha do Ovo da Pata com 13,4 km.

Com a permissão da administração da Fundação Florestal e acompanhados pelo Monitor Saulo, começamos nossa caminhada.

Passamos pela área dos lagos e de lá já pudemos ver uma parte do Ovo da Pata e algumas áreas ao fundo queimadas, dando um ar triste para a caminhada.

Depois de passarmos pelos lagos, subimos em direção à torre de observação. Já nesse caminho constatamos o tamanho da destruição da vegetação. Segundo nosso monitor, o estrago só não foi maior graças aos esforços dos bombeiros, monitores e muitos voluntários que se arriscaram no meio do fogo durante três dias seguidos fazendo o possível para conter as chamas e os focos que surgiam a todo o momento em novos lugares, causando desespero nos animais que tentavam se salvar de qualquer jeito e acabavam pulando para dentro de outro foco de incêndio.


Já na torre de observação, pudemos avistar o Ovo da Pata todo queimado, o vale em volta destruído e ao mesmo tempo já constatamos a força da natureza ressurgindo das cinzas como uma ave mitológica.

Mesmo com poucas chuvas após a queimada, a vegetação de Cerrado já começou a crescer tornando a vista um misto de tristeza e alegria. Vimos aves nos ninhos alimentando suas crias e o manto cinzento se tornando verde novamente. Foi uma visão de impressionar!

Seguimos para a Trilha da Árvore Solitária, que não foi destruída por muito pouco e ficou ainda mais solitária com o descampado a sua volta.

Tomamos o caminho para o Ovo da Pata, o ponto mais alto do parque, para avistarmos a dimensão do estrago causado pela irresponsabilidade de pessoas que brincam e se divertem soltando balões e não pensam nas consequências, como grandes queimadas, incêndios em residências, acidentes com aviões, e outros crimes ambientais.

É de causar grande indignação. Infelizmente vivemos num País em que tudo pode e ninguém é preso por crimes ambientais, tudo acaba sendo revertido em multas que nunca serão pagas e os mesmo indivíduos continuam soltos causando mais tragédias e sem nenhum remorso, por uma diversão tão banal como essa.


Registramos a destruição, mas em breve voltaremos ao Parque para registrarmos esta mesma área recuperada e restaurada.

Um agradecimento especial ao Monitor Saulo que esteve com a gente e nos acompanhou o tempo todo com muita disposição, mostrando onde começou o fogo e como foi contido.

Obrigado a todos que enfrentaram algumas horas embaixo do sol forte para fazer esse registro. Precisamos de mais gente que se importe com a natureza, com o presente e com o futuro!

Até a próxima!

25 agosto 2013

Pedra do Baú - São Bento do Sapucaí

Domingo, dia 25, seguimos para São Bento do Sapucaí para subir a Pedra do Baú pela Face Norte.

A Pedra do Baú pode ser avistada de várias cidades da Serra da Mantiqueira, como Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal, do Vale do Paraíba por Taubaté e do Sul de Minas Gerais por Gonçalves e Sapucaí Mirim.

Hoje o complexo do Baú, formado por Baú, Bauzinho e Ana Chata, considerado o principal cartão postal da cidade é um dos pontos turísticos mais visitados por quem curte esportes radicais e montanhismo.


Chegamos à base da montanha, deixamos nosso carro ao lado do restaurante e subimos a trilha rumo a Pedra.

Foi uma trilha íngreme com cerca de 1,7 km até o inicio das escadas para subir a montanha.

Olhar aquela montanha de pedra de baixo para cima chega a intimidar qualquer aventureiro sem preparo. Não é por menos! São mil, novecentos e cinquenta metros de altura.

Encarar aquela escada de ferro chumbada na rocha não é fácil, ora são degraus de ferro ora degraus na rocha. Nas paradas para tomar um fôlego, você tem uma visão privilegiada da Serra da Mantiqueira. Vale o esforço a cada degrau vencido.


Descemos a montanha e com a sensação de querer voltar muitas vezes.

Existem outros caminhos para chegar ao cume da Pedra do Baú. Pode-se subir pela Face Sul, trecho bem mais fácil. Partindo do Bauzinho existe uma trilha que leva até a base da montanha podendo-se chegar de carro. Outro acesso é feito pelo bairro do Paiol, na estrada que leva à Pedra da Ana Chata. Recomenda-se estacionar o carro assim que termina o asfalto. Ali existe uma trilha que leva à base da Face sul, é um caminho mais longo.

Depois de descer a Pedra do Baú, ainda passamos na Cachoeira dos Amores, mais um dos vários pontos turísticos de São Bento do Sapucaí. Vale uma visita com tempo para aproveitar o que o local oferece.


Tomamos nosso caminho de volta para São Paulo, mas ainda paramos na estação de trem de Santo Antônio do Pinhal, um complexo ferroviário com uma vila operária muito bem conservada. Ao lado da estação tem um mirante para o Vale do Paraíba. A estação é um ponto de parada obrigatório para quem deseja apreciar o bolinho de bacalhau mais tradicional da cidade.

Depois de tudo isso, voltamos para casa completando um final de semana e tanto!

Valeu demais!


Com Leonardo Soares, Marcos Roberto e Marcos Tsuda.

24 agosto 2013

Trilha da Pirapitinga – São Luis do Paraitinga

Sábado, dia 24, fomos para a cidade de São Luis do Paraitinga, interior de São Paulo, para realizarmos mais uma trilha do passaporte Trilhas de São Paulo, dessa vez fomos fazer a Trilha da Pirapitinga. 

Pirapitinga: significa peixe da casca branca, é da família da Characidae nativo da Amazônia.

Seguimos para o Parque Estadual Serra do Mar - Núcleo Santa Virgínia, onde recebemos orientações para nossa trilha com o monitor Wilson.


O Núcleo protege remanescentes da floresta ombrófila densa montana e altomontana com matas nebulares, com árvores de grande porte como cedro, peroba, maçaranduba, canela e ipê, que abrigam bromélias, orquídeas, samambaias, liquens e lianas. Nesta floresta, a mais de mil metros de altitude, sobrevivem muitas espécies exclusivas e em risco de extinção, como o mico-da-serra-escuro, o mono-carvoeiro, e aves como macuco, jacutinga, pichochó e cigarra-verdadeira. Ali foi registrada a ocorrência da onça pintada, muito rara na Serra do Mar. O relevo acidentado favorece a formação de cachoeiras, especialmente nos rios Ipiranga, Ribeirão Grande e Paraibuna. Suas florestas preservam importantes mananciais para o abastecimento de água das cidades do Vale do Paraíba e até mesmo do Rio de Janeiro. (fonte folheto do núcleo)

Nossa trilha foi de 5,7 km passando pelos Rios Ipiranga e Paraibuna, com as cachoeiras do Saltinho e do Salto Grande e ainda passamos pela Ponte de Pedra, pelos Poços do Peixe Grande e Andorinhas e o Mirante do Vale do Rio Paraibuna.


Claro que depois de uma caminhada e com as cachoeiras a disposição, não deu outra coisa se não tomar um belo banho nas cachoeiras geladas e cristalinas do rio Paraibuna.

Foram bons momentos dentro da cachoeira com a galera corajosa e animada, já que a temperatura da água estava em dezesseis graus.

Brincamos um pouco e seguimos em frente na nossa trilha até retornarmos a Base do Núcleo onde conseguimos mais um carimbo no passaporte das trilhas.

Nos despedimos do Núcleo Santa Virginia e seguimos para a cidade de São Luis do Paraitinga.

São Luis do Paraitinga é uma cidade que tem o maior conjunto arquitetônico tombado do Estado de São Paulo e é famosa pelo intenso calendário cultural como: a Festa do Divino, a Folia de Reis, o Carnaval, as Congadas e os Festivais de Marchinhas, Músicas Juninas, da Cachaça, Gastronômico e pelas manifestações do tradicional modo de vida caipira.


Infelizmente em 2010, a cidade foi devastada por uma enchente de grandes proporções, levando a Igreja Matriz ao chão e diversas casas foram totalmente destruídas e outras tantas parcialmente, causando uma perda incalculável ao patrimônio arquitetônico da cidade.

Hoje ela está sendo reconstruída aos poucos, mas sabemos que aqui no Brasil tudo demora e a cultura é muito pouco valorizada. Tomara que a cidade volte ao seu glamour em breve.

Encerramos o dia cheio de aventuras e pegamos a estrada de volta.

Foi um dia e tanto, novos amigos, muita aventura e muito divertimento.

Valeu galera!


Até a próxima aventura!

17 agosto 2013

3ª Etapa da Rota Franciscana

Continuando nossa caminhada, dia 17 seguimos para Santo Antônio do Pinhal, concluindo a etapa anterior quando nosso carro apoio ficou atolado no meio da serra.

Entre Monteiro Lobato e Santo Antônio do Pinhal foram cerca de 45 km contando a rota original e alguns complementos como: visita a Igreja Nossa Senhora do Bonsucesso, Sitio do Pica Pau Amarelo, Sitio Pompeu, chegando a aproximados 52.900 passos em mais de 12 h de caminhada.

Santo Antônio do Pinhal é uma cidade aconchegante no meio da Serra da Mantiqueira, cercada de muitas montanhas e belas paisagens. O centro da cidade é muito bem cuidado com suas praças floridas, fontes de água natural e ainda tem um ponto turístico muito cobiçado por quem curte voo livre, o Pico do Agudo.


Passamos pelo pórtico, registramos nossa passagem e seguimos em frente, agora rumo a São Bento do Sapucaí.

Nesse percurso, percebemos que faltaram algumas placas de sinalização, algumas mal posicionadas e outras arrancadas dificultando a localização do caminho.

Fizemos uma parada na caminhada para conhecer um alambique muito charmoso, chamado a Bodega, um espaço muito bem arrumado com jardins bem cuidados, playground, orquidário, loja de artesanatos e claro uma boa adega.

Aproveitamos um pouco de tudo e seguimos para nossa rota.


De volta à rota, passamos pela Cachoeira Cassununga, muito bonita, mas infelizmente poluída. Já de longe sentimos o cheiro de esgoto. Segundo moradores da região, não existe tratamento de água e todo esgoto do local é despejado direto no rio que forma a cachoeira. Mais uma vez constatamos o homem destruindo a natureza.

Seguindo em frente passamos pela pequena cidade no sul de Minas Gerais chamada de Sapucaí Mirim, com a Igreja de Sant’anna na praça central e um coreto, típica cidade que se formou em torno da igreja.

Deixamos Sapucaí Mirim para trás e começamos a subida para São Bento do Sapucaí.

Subimos por uma estrada de terra muito íngreme que se você inclinasse o corpo um pouco mais para frente colocaria a testa no chão. Foi uma subida e tanto.

Depois da subida, descemos passando por fazendas e sítios até entrarmos em bairros afastados do centro de São Bento.



São Bento do Sapucaí é uma Estância Climática, cercada por montanhas, muito procurada para esportes radicais, mas, existem roteiros culturais, artísticos e naturais para todos os gostos. Um dos cartões postais da cidade é o complexo da Pedra do Baú (Bauzinho, Baú e Ana Chata).

Chegamos à Praça Padre Pedro onde estava o outro pórtico no centro, registramos nossa passagem e após nosso registro ainda subimos para a Igreja Matriz, construída em meados de 1853 por escravos em taipa de pilão tendo São Bento com santo padroeiro escolhido pelos freis.

Terminamos nossa caminhada ainda por explorar um pouco mais da cidade na próxima etapa.

Ao todo foram 08h15min de caminhada, 30,6 km e 34.000 passos.

Agora que venha Campos do Jordão!


Caminhantes: Argeu, Cris, Marco Lasinskais, Marcos Roberto, Marcos Tsuda e Sr. Carlos nosso motorista de suporte.

10 agosto 2013

FELIZ DIA DOS PAIS

Embora muitos achem essa data "simplesmente comercial"!

Aproveite esse dia e dê ao seu pai melhor presente que você pode dar.

UM GRANDE ABRAÇO!

Pode parecer simples, mas muitos não tem coragem de abraçar o próprio pai, infelizmente.

Então seja diferente, comemore esse dia ao lado dele! Abrace-o ou beije-o, mas demonstre que você se importa.

A vida passa muito rápido e quando você menos espera, o tempo passou para ele e para você também.

Não deixe passar essa oportunidade, aproveite o momento.

FAÇA VALER A PENA!

Afinal sem ele você não estaria lendo essa mensagem.

F E L I Z      D I A      D O S       P A I S

Para todos os pais, para filhos que são pais, para as mães que são mães e pais ao mesmo tempo e a todos que fazem parte da família Ação Natural.

Deus abençoe a todos!

07 agosto 2013

" Caminhante "

" Caminhante, são teus rastos,
o caminho e nada mais;
caminhante, não há caminho,
faz-se caminho ao andar.

Ao andar faz-se o caminho,
e ao olhar-se para trás
vê-se a senda que jamais
se há de voltar a pisar.

Caminhante, não há caminho,
somente sulcos no mar "

Poema "Caminhante" do Escritor
espanhol Antonio Machado

27 julho 2013

2ª Etapa da Rota Franciscana

Dia 27 de julho seguimos para Monteiro Lobato, continuando nossa caminhada rumo à Santo Antônio do Pinhal. Ao todo são 41 km, segundo a organização da rota.

Chegamos logo pela manhã e já registramos nossa passagem pelo pórtico de Monteiro Lobato localizado na Praça da Rodoviária.


Depois dos registros, complementamos nosso trajeto passando na Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso, um dos pontos de referência da cidade, construída em 1857 com pinturas no estilo barroco e vitrais decorativos. As pinturas foram realizadas pelo artista Antônio Limones que concluiu seu trabalho em 1952.

Passamos também pela Gruta Nossa Senhora de Lourdes, uma gruta artificial construída em 1959 pelo artista Francisco Ferreira Santeiro.


Continuamos nosso caminho pela Estrada do Livro que leva à cidade de Caçapava. Nesta estrada a 8 km do centro está o Sitio do Pica Pau Amarelo que foi propriedade do escritor Monteiro Lobato. Foi nesse local que ele escreveu algumas de suas obras, como A Velha Praga, Urupês e Sitio do Pica Pau Amarelo. Quem nunca assistiu ou não leu alguma dessas estórias? Claro que fomos ao sitio e conhecemos o Casarão onde viveu o escritor. Parte do casarão é um museu em preservação a sua memória. A casa foi construída em 1880 e possui dezoito cômodos compostos por biblioteca e mobília do século passado. Está cercada de muitos recursos naturais como cachoeira, pomar e diversos animais.  Hoje o sitio é de propriedade particular. Seus atuais donos preservam a história do local e abrem o casarão para visitação sempre das 9:00 as 17:00. Vocês também podem conhecê-lo. Verifiquem maiores detalhes no site:   http://www.overdadeirositiodopicapau.com.br


Voltamos a nossa rota. Seguimos por estradas de terra passando por fazendas, sítios e rios, com muito verde e muitas montanhas.

Chegamos à entrada de uma pequena vila chamada de Pedra Branca onde passamos pela Capela de Santo Antônio, mas estava fechada, então voltamos ao percurso.

Desse ponto em diante encontramos os trechos com maior subida na caminhada. Passamos por uma região onde os eucaliptos eram cortados em grande quantidade e as marcas no chão demonstravam um movimento intenso de caminhões que passaram por ali retirando as madeiras cortadas. Nesse momento, começamos a perceber que a estrada não estava tão boa para nosso carro de apoio.

Seguimos em frente, andando e contemplando o visual. Quando passamos em frente ao Sitio Pompeu, de longe fomos convidados pelo Sr. Paulo e dona Regina para um café. É muito gratificante ainda vermos gente de bom coração que abre suas casas para estranhos e preparam uma mesa em menos de 2 minutos com café, doce de abobora, leite, pão e queijo feito no sitio. Como é bom saber que ainda existe humanidade no mundo!


Depois de nos despedirmos do pessoal do sitio seguimos nosso caminho, agora com mais subida à frente.

Estrada acima rumo a Santo Antônio do Pinhal, percebemos que não seria muito fácil o caminho, mas enfrentamos a subida e fomos em frente, mas não por muito tempo.

Faltavam cerca de 6 km para chegarmos ao nosso destino quando aconteceu o que não esperávamos, nosso carro de apoio atolou. Foram momentos de muita preocupação para todos, já que estávamos no meio de uma montanha, sem sinal de celular para pedirmos ajuda e com a noite dando boas vindas.

Tentamos tirar o carro de todas as formas e usando toda nossa força, mas sem sucesso, então nossos companheiros de caminhada Argeu e Marco mesmo cansados, decidiram voltar em busca de ajuda em uma das fazendas que passamos. Como eles estavam demorando a voltar, resolvemos juntar algumas pedras para uma última tentativa de levantar o carro e tentar calçar a roda com pedras para o tirarmos de lá. Nisso, horas se passaram e quando finalmente tudo estava preparado para nossa tentativa o Marco voltou com a notícia que os dois carros que conseguiram para fazer nosso resgate tiveram problemas, um ficou sem gasolina e o outro ferveu a 300 m de onde estávamos. Foi irônico, mas depois que desencalhamos nosso carro, tivemos que ajudar aos que vinham em nosso socorro.


Depois de tudo isso, fomos convidados pelo pessoal da fazenda que nos socorreu para pernoitar por lá, mas resolvemos voltar para São Paulo. Tiramos o excesso de lama do corpo e fizemos todo caminho de volta prolongando um pouco mais nosso retorno.

Passado o aperto, rimos um pouco de tudo. Com certeza foi uma aventura e tanto!  Tudo isso nos deixou com mais vontade de voltar e passar por aquela parte que faltou para completar nosso trajeto.

Valeu pessoal pela disposição e companheirismo!

Caminhantes: Argeu, Cris, Marco Lasinskais, Marcos Roberto, Marcos Tsuda e Sr. Carlos, nosso motorista de suporte.


Até a próxima!

20 julho 2013

Trilha do Itinguçu, Prainha e Ruínas de Abarebebê em Peruíbe

Chegou o final de semana, então é dia de trilha!

Descemos para Peruíbe, litoral sul de São Paulo e fomos ao Parque Estadual do Itinguçu para realizar uma das trilhas do Passaporte Trilhas de São Paulo.

Chegar lá foi uma aventura! Do final da Estrada do Guaraú até a base do Parque foram 12 km em uma estrada de lama e buracos e para ajudar as chuvas da noite anterior só aumentaram nosso desafio.

Depois de chegarmos, carimbamos nossos passaportes, ouvimos uma apresentação sobre o Parque e seu entorno, o desenvolvimento ambiental, fauna local e divisão de áreas.

Itinguçu: Grande Rio ou Lago de Águas Brancas, de fato um bom nome para o local.

Fizemos a trilha que leva à Cachoeira do Paraíso e o Poço do Meio. Uma trilha pequena, mas com um visual que compensou o esforço para chegarmos até lá.

Não deu outra, a combinação era perfeita! Cachoeira de águas cristalinas, turma animada e cheia de disposição! Quase todos caíram na água gelada da cachoeira e do poço. Fizemos uma hidromassagem natural nas corredeiras e aproveitamos muito!

Depois do banho, voltamos para a Base do Parque, lanchamos e seguimos nosso caminho de volta.
Mas, não terminou nosso dia ainda!

Na volta passamos na Prainha, uma praia pequena muito reservada, mas o dia estava fechado e a maré muito alta, não deu para aproveitar muito lá na Prainha. Que pena.

Só isso já seria uma aventura e tanto para nossa turma, mas ainda fomos para as Ruínas de Abarebebê.

As ruínas são da Igreja do aldeamento de São João Batista, uma das primeiras igrejas construídas no Brasil, erguida no século XVI.
Abarebebê em tupi-guarini significa literalmente: padre ligeiro, rápido.

Hoje o monumento é tombado como patrimônio estadual pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico de São Paulo (CONDEPHAAT).

No local havia ainda um pequeno museu, mas foi transferido depois de depredações. Hoje os objetos estão em exposição na Estação Ferroviária, outro ponto turístico que foi restaurado e recebe os arquivos históricos municipais.

Agora sim! Essa foi nossa aventura do dia!

Os amassadores de barro, ops! Trilheiros: Juliana, Luis Lessa, Marco Lasinskais, Marcos Roberto, Marcos Tsuda, Mônica, Sara e Thiago.

Valeu pessoal!


Até as próximas aventuras!

29 junho 2013

Mergulho na Ilha Bela

Sábado de madrugada, pé na estrada rumo a Ilha Bela para uma aventura única e diferente: mergulhar nas águas do litoral norte de São Paulo.

Depois de chegarmos a São Sebastião, pegamos a balsa para Ilha Bela e seguimos para o sul da ilha rumo ao local do ponto de encontro com o pessoal da TNT Adrenalina.

Depois de recebermos as instruções e recomendações dos nossos instrutores, colocamos os equipamentos apropriados e lá fomos nós para a Ilha das Cabras fazer nosso mergulho.

Atravessamos de bote até a ilha e não demorou muito para estarmos debaixo d’água.

Ansiedade, adrenalina, emoção, são alguns dos sentimentos que temos antes do primeiro mergulho, mesmo que seja um mergulho Discovery (mergulho acompanhado de instrutores).

Já dentro d’água, o sentimento é de pura adrenalina, muita pressão nos ouvidos, uma sensação claustrofóbica, mas nada que impedisse esse desafio em forma de aventura.

Em todo momento presenciamos a vida marinha em plena atividade. A visibilidade estava excelente e vimos vários cardumes, estrelas do mar, ouriços, corais, enfim muita vida em um verdadeiro aquário em mar aberto.

Mergulhamos até 14 m de profundidade por aproximadamente 20 minutos de muita emoção e uma sensação única. Certamente foi a realização de uma aventura há muito tempo desejada e não vai ficar só nesse mergulho, não mesmo!

Depois do mergulho seguimos mais para o sul da ilha para uma pequena trilha, mas com um visual único. A trilha tinha vários mirantes e com o sol se pondo foi um espetáculo a parte, fechando o dia com muitas imagens magníficas para guardarmos na memória por toda a vida.

Sem dúvida foi um dia muito especial. Obrigado Rodriguez e Thais da TNT Adrenalina, foi um final de semana sensacional!

Instrutores: Thais, Rodriguez e Antônio.


Mergulhadores de primeira viagem: Aline, Felipe Silva, Leonardo e Marcos Roberto.

22 junho 2013

1ª Etapa da Rota Franciscana


De São Francisco Xavier à Monteiro Lobato 30,3 km (segundo a coordenação).
Sábado 22 de junho, começamos a nossa caminhada pela Rota Franciscana, programa do Governo do Estado desenvolvido pela Secretaria de Turismo. O objetivo é proporcionar aos caminhantes uma oportunidade única para conhecer várias cidades, suas histórias e culturas.
Ao todo são cinco rotas:
A Rota da Alegria: de São Francisco Xavier a Guaratinguetá;
A Rota do Conhecimento: de Bananal a Guaratinguetá;
A Rota da Esperança: de São Luis do Paraitinga a Guaratinguetá;
A Rota do Equilíbrio: de Lavrinhas a Guaratinguetá e,
A Rota da Sabedoria: de Guaratinguetá a Mogi das Cruzes, finalizando no Museu da Arte Sacra de São Paulo.
Ao todo são 818 km de caminhada, passando por 31 cidades do Estado de São Paulo. No percurso estão instalados pórticos eletrônicos para registrar a passagem dos caminhantes.

Voltando à nossa caminhada.
Chegamos a São Francisco Xavier, um pequeno distrito de São José dos Campos, um local charmoso cercado por montanhas. Sua origem está ligada ao fato de ter sido local de pouso de tropeiros que vinham para São Paulo.
Procuramos o 1º pórtico ao lado da Guarda Municipal na Praça da Igreja Matriz, registramos nossa passagem e seguimos em frente.
Fato curioso é que nem mesmo os guardas municipais sabiam para quê servia aquele pórtico e até então nunca tinham visto ninguém passar por lá. Depois da experiência com a caminhada dos Passos dos Jesuítas, ainda me espanta que a Secretaria de Turismo não divulgue esse programa nem mesmo nas cidades que estão nos roteiros.
Seguimos nossa rota. Logo de início subimos uma das estradas do percurso. Lá do alto pudemos avistar o distrito todo de São Francisco Xavier. Isso foi só uma prévia das paisagens que iríamos ver no decorrer do caminho.
Depois de muita subida, descemos até a Estrada do Rio do Peixe. Esta estrada margeia o rio durante um bom trecho do percurso. Passamos por sítios e fazendas. Era impressionante ver como os animais pastam nessas áreas montanhosas. Seriam elas vacas montanhesas?
Até aqui foi tudo bem! Então percebemos que algumas placas foram arrancadas do trajeto e uma dessas placas causou uma pequena discussão sobre qual lado ir.
No final da Estrada do Rio do Peixe com a Rodovia, vimos uma placa de sinalização da rodovia e não da Rota Franciscana, indicando Monteiro Lobato à direita e São Francisco Xavier à esquerda. Claro que o lógico seria entrar à direita para seguir para Monteiro Lobato. Porém não havia placa alguma da nossa Rota indicando qual direção tomar, ficou claro para todos os caminhantes que a placa foi arrancada.
Com isso andamos aproximadamente 1,5 km no sentido de Monteiro Lobato pela Rodovia, pois quando estávamos indo para São Francisco Xavier, vimos uma placa da Rota indicando um caminho em uma estrada de terra. Discutimos sobre o que fazer, nessa hora lembramos da organização da Rota Passos dos Jesuítas que disponibilizaram um guia passo a passo com os nomes das ruas, estradas, avenidas e rodovias a serem percorridas. Isso fez muita falta nesse momento.
Depois de chegarmos a um acordo, voltamos e seguimos no sentido de São Francisco Xavier. Ainda bem que deu certo, achamos a placa e a estrada de terra. Para ajudar, a placa da rota que vimos estava apoiada em um poste porque também foi arrancada. Acho que a coordenação precisa rever os locais onde as placas foram instaladas para que outros caminhantes não se percam logo no início desse trajeto.
Da estrada de terra entre São Francisco Xavier e Monteiro Lobato foram aproximadamente 18 km de muita, mas muita subida. Saímos de 680 m para 1.111 m de altitude segundo o GPS do Tsuda. Foi bem puxado, mas muito compensador.
Depois de chegar ao topo da montanha chegou a hora de descê-la! Não tinha outro jeito, mesmo com as pernas cansadas pela subida exaustiva, descemos até finalmente chegarmos a Monteiro Lobato com a noite por companhia há algum tempo.
Ao todo foram 09h50min de caminhada, 34,8 km percorridos e 46.327 passos dados.
Esse foi o início dessa Rota. Agora vamos para próxima parte entre Monteiro Lobato e Santo Antonio do Pinhal.
Valeu pessoal pela companhia e disposição!
Até a próxima!
Caminhantes: Argeu, Cris, Marco Lasinkais, Marcos Roberto, Marcos Tsuda e Osmar.

09 junho 2013

Visita na Aldeia Indígena Guarani em Mongaguá

Domingo descemos para o litoral de São Paulo, dessa vez para uma aventura diferente e solidária.

Reunimos nossa turma e fomos à Mongaguá para conhecer um pouco da cultura indígena Guarani. Fomos recepcionados por Danilo ou Verá mirim, nome indígena que significa: pequeno relâmpago.

Depois de acomodados em uma das salas de aula na aldeia, ele nos deu uma aula sobre a cultura e os costumes indígenas.


Percebemos como é difícil a vida do índio aqui no Brasil e como falta o apoio governamental para atendimentos básicos na saúde, infraestrutura, saneamento e educação.

Mesmo nessas condições, vimos a força de vontade e a determinação que possuem para aprimorar seus conhecimentos e manter a própria cultura. Hoje eles estudam e ensinam a língua guarani e o português para os menores tanto na escrita como na fala.

Na escola eles possuem apenas um computador para pesquisas, estudos e contatos fora da aldeia. Falta muito material escolar. No mesmo local há também uma aldeia Tupi. Eles estudam na mesma escola com professores com formação básica e fazem de tudo para preservar suas línguas, culturas e costumes.

Depois da palestra, subimos para a aldeia, onde pudemos comprar alguns artesanatos feitos por eles, participamos de uma apresentação de dança na tribo e alguns participantes do grupo ainda se divertiram jogando uma partida de futebol com os índios da aldeia.

Esse dia foi muito especial. Foi um momento de repensar valores e princípios.

Nossos amigos do Ação Natural participaram ativamente das atividades, foram solidários com alimentos e valores, mas acho que quem saiu ganhando nessa fomos nós. Conhecimento não tem preço!

Tenho certeza que todos gostaram de conhecer um pouco da cultura indígena Guarani, gente simples e humilde que nos recebeu de braços abertos.

Há’evaté Xe Hetá Verá mirim, por nos receber tão bem em sua aldeia.

Obrigado a todos que participaram dessa aventura de conhecimento solidário. Vocês fazem a diferença!

Aájuma, Aájuma.

Até a próxima!

25 maio 2013

Trilha Noturna - Serra do Itaberaba - Santa Isabel

Fim de tarde de um sábado como todos os outros, mas preferimos sair de casa e não foi para ir a uma balada. Reunimos a turma e lá fomos nós para Santa Isabel fazer uma caminhada noturna.
Era noite de lua cheia.
Deixamos nossos carros estacionados na estrada e começamos nossa caminhada mato adentro.
Passamos por vias rurais com casas e sítios aos lados. Entre um caminho e outro passamos por pastos de fazendas dentro de uma reserva ambiental protegida pelo IBAMA.
Subimos pela Estrada da Pedra Branca por boa parte do caminho.
No começo a caminhada foi tranquila, pouca subida, mas só no começo.
Aos poucos alguns trechos foram ficando mais íngremes, mas nada que fosse impedir os caminhantes de seguir em frente.
Durante a caminhada pudemos ouvir e sentir a vida noturna. Grilos, cantos de corujas, alguns latidos de cachorros das residências e dos sítios estranhando o movimento dos caminhantes, o vento nas folhas, o cheiro da noite. A sensação de liberdade e bem estar, não tem preço!
Sem contar que a lua estava simplesmente linda! Em alguns momentos o céu ficou com algumas nuvens, mas com o passar do tempo foram sumindo e lá estava ela, cheia e cada vez mais brilhante e majestosa, iluminando ainda mais nossa caminhada.
Conversamos, demos risadas, fizemos novos amigos e fizemos uma caminhada gostosa ao cair da noite.
No final da caminhada baixou um nevoeiro típico nas regiões de serra, mas ele não interferiu em nada, já que a turma já havia retornado ao ponto de encontro onde um ônibus cedido pela Secretaria de Esportes de Santa Isabel esperava pelo grupo.
Com todos acomodados, seguimos para o local onde nossos carros estavam estacionados, nos despedimos dos amigos e voltamos para nossas casas.
Vale um agradecimento especial ao casal Rafael e Sidnéia do Turismo de Aventura Ecoturismo que organizaram essa caminhada e conseguiram o transporte gratuito junto à Secretaria de Esporte de Santa Isabel para o retorno do grupo. 
Valeu galera!
Foi uma caminhada e tanto!
Não podemos deixar que fique só nessa, em!
Até a próxima aventura!


11 maio 2013

Rapel 40 m Pedreira Dib - Mairiporã


Nada como começar o sábado na beira de um penhasco!

Logo pela manhã, seguimos para Mairiporã, cidade vizinha a São Paulo, para mais uma aventura, dessa vez com um pouco de adrenalina nas veias.

Tudo programado com o pessoal da TNT Adrenalina, pessoal gente boa e responsável, sempre atento e com muita disposição para atender aos aventureiros.

Recebemos as instruções, vestimos os equipamentos de segurança e lá fomos nós!


Alguns do grupo estavam fazendo o rapel pela primeira vez e encararam o desafio descendo o paredão, vencendo o medo, tremedeira e ansiedade. Ninguém amarelou! Eita gente corajosa! E para os que fizeram antes, posso dizer que foi bom demais reviver uma sensação única. Quem já fez sabe o que estou dizendo.

Com certeza todos se divertiram. Passamos algumas horas batendo papo, fazendo novos amigos e planejando novos desafios.

Valeu galera! Logo, logo teremos outras aventuras, trilhas, algumas radicais outras nem tanto, o importante é colocar o corpo em ação!

Até a próxima!