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Aqui você saberá, quando, onde e quem, participou de nossas aventuras e trilhas. Sempre a procura de novos amigos e companheiros com disposição para aventuras e curtir a natureza. Participem do nosso Blog. SEJAM BEM VINDOS!

03 março 2018

14ª Etapa Rota Passos dos Jesuítas – 2ª Edição

Dia 03 de Março descemos para Riviera de São Lourenço em Bertioga para darmos continuidade em mais um trajeto da Rota.


Passamos novamente pelo pórtico na entrada da praia e seguimos rumo ao norte na direção das próximas praias da rota, mas antes de cruzarmos para Praia de Itaguaré resolvermos sair da rota mais uma vez para atravessar o morro com o mesmo nome. Achamos uma trilha na encosta e partimos mato adentro. Basicamente foi assim: “Sobe aqui, desce ali, aqui tem uma abertura, volta que não tem saída, desce pra ver o que tem lá embaixo... “e por aí foi. Resultado, não demos a volta no morro pela trilha. Chega uma hora que tudo some e vira barranco, depois de tudo isso descobrimos que a gente tinha que ter seguido pelas pedras, mas o mar estava ficando agitado com a grande possibilidade de chuva e por questões de segurança resolvemos voltar pelo mesmo caminho.

De volta na ponta da Praia da Riviera, atravessamos algumas ruas para chegar na Praia de Itaguaré. Essa é uma praia deserta e nativa por conta da criação da Unidade de Preservação Parque Estadual Restinga de Bertioga, em toda sua extensão não é permitida qualquer tipo de construção e o acesso a ela se faz pelas extremidades. Por falar na extremidade da Praia de Itaguaré não podemos deixar de mencionar a Foz do rio que da nome a praia. Esse encontro entre o rio e o mar impressiona. Para quem vem sentido norte, que foi o nosso caso, só tem dois jeitos de chegar do outro lado, ou você volta pra atravessar pela estrada, ou faz como fizemos, tira as botas, dobra as pernas das calças e atravessa o rio andando, se tiver sorte a marola não te molha inteiro.

Já do outro lado do rio, paramos para desfrutar um pouco do local com um delicioso banho de água doce a beira da praia.

Retornamos a nossa caminhada, agora por alguns quilômetros pela rodovia mesmo, pois não havia outro jeito para atravessar o rio.

Depois de alguns minutos caminhado na estrada entramos numa pequena trilha com acesso a Praia da Guaratuba. Essa por sinal tem uma larga faixa de areia e uma extensão de aproximada 8 quilômetros cercada com alguns condomínios residenciais que dão a impressão de estarmos entrando em praias particulares.

Nossa caminhada se estendeu até a Foz do Rio Guaratuba e particularmente falando, posso dizer que esse encontro do rio com o mar é sem dúvida um dos mais bonitos que já vi nessa rota. Nossa chegada a foz do rio também coincidiu com o final da nossa etapa, já que o sol estava se pondo no horizonte.

Reunimos o pouco de força que restava nas pernas e partimos atrás de um ponto de ônibus para retornarmos a Riviera e de lá para casa depois de um dia tão especial após essa longa caminhada. Basicamente teve de tudo, caminhada pela orla de praias desertas, trilha de encosta, mirantes deslumbrantes, encontros de rios com o mar e banho de mar e de rio, teve até bolo de aniversário! Tudo isso num único dia, você pode achar que é história de pescador, mas não é!

Encerramos nossa caminhada mais uma vez com o astral alto junto desse grupo que só traz alegria!

Bora para próxima etapa!















24 fevereiro 2018

Trilha das 7 Praias, Ruínas e Cachoeira Véu da Noiva

Mais uma vez juntamos a turma para fazer as 7 Praias de Ubatuba, mas como já é praxe, as trilhas com o nosso grupo nunca ficam no básico, sempre temos algo a mais para apresentar aos nossos amigos e aventureiros.

Dessa vez contratamos uma Van para levar e trazer o grupo em segurança e conforto.

Sem perder muito temos, seguimos direto para a entrada da Praia Lagoinha, mas como sempre tem um, “mas”, não é? Antes de começarmos a trilha das praias demos uma escapada para as Ruínas da Lagoinha. As ruínas são de um casarão antigo que pertenceu a um Capitão da Guarda Real na época que o Brasil ainda era colônia portuguesa. Hoje o local é ponto turístico preservado para guardar um pouco da história do nosso passado.

Depois de algumas fotos e contar um pouco da história local, seguimos para a Cachoeira Véu da Noiva. Essa cachoeira é alcançada por uma trilha ao lado das ruínas, mas (olha ele aí de novo) tenha um pouco de preparo físico para encarar a subida no meio da Mata Atlântica.

Cerca de 40 minutos de trilha e pronto, o pessoal já estava se divertindo nas águas geladas da montanha. Ficamos por lá cerca de uma hora, pois a Trilha das 7 Praias nem tinha começado ainda e estava do outro lado da rodovia.

Retornamos para orla da praia e pegamos a trilha passando por praias semi desertas repletas de belas paisagens que só as praias de Ubatuba têm. Entre uma subida e outra passamos pelas Praias do Bonete, Grande Bonete, Deserta, a do Cedro, entre outras até chegarmos na Praia da Fortaleza. Todas elas são simplesmente lindas.

Sem dúvida alguma foi muito bom para dar aquela relaxada e descansada depois de uma semana de trabalho na cidade grande.

No final do dia pegamos a Van para retornamos a São Paulo com a sensação de quero voltar de novo, de novo, de novo... Simplesmente porque vale muito voltar outras vezes.

Fica então nosso convite!

Venha se aventurar com a gente!


















03 fevereiro 2018

13ª Etapa Rota Passos dos Jesuítas 2ª Edição

Dia 03 de Fevereiro como de costume em todos primeiros finais de semana de cada mês, descemos para o litoral com a intensão de continuar nossa caminhada rumo a Ubatuba.

Voltamos para Bertioga novamente ao lado do pórtico perto do Forte São João, mas dessa vez não entramos nele, só passamos em frente.

Partindo da Praia do Centro percorremos as Praias da Enseada, Indaiá e Riviera. Claro que poderíamos ter ido mais longe nessa etapa, mas como sempre tem uma trilha no meio do caminho, decidimos sair da rota original para percorrer a encosta do Morro Indaiá.

O Morro Indaiá é muito frequentado por pescadores em busca de bons peixes e tranquilidade, embora muitas embarcações também se posicionam nas proximidades para curtirem o local regado a muito som alto estragando a tranquilidade e a beleza do local. 

Da ponta do Morro Indaiá podemos avistar a orla da praia até perder de vista, assim como parte da encosta do Guarujá do lado oposto do continente. Uma visão privilegiada para os poucos que se aventuram por aquelas trilhas escorregadias.

Para nosso grupo foi uma aventura e tanto. Primeiro achar a trilha, isso até que foi relativamente fácil. Depois percorrer alguns trechos por pedras escorregadias com o marzão batendo lá embaixo dando a impressão que era um convite para um banho indesejado (o que foi muito divertido), mas ninguém quis atender o convite dele. (ainda bem né).

Seguimos a trilha com a intensão de dar a volta no Morro, mas aos poucos a mata foi se fechando até que a trilha que circunda o Morro sumiu. Procura aqui, ali, daquele e desse lado e nada de trilha. Tira uma aranha do caminho aqui, uma, duas ou três picadas de abelhas ali, até que reecontramos a trilha. Tudo parecia que sairia como desejávamos, mas a trilha nos fez dar meia volta por cima do morro e acabamos saindo no meio da mesma trilha da encosta que já tínhamos percorrido. Só para ficar registrado precisamos voltar lá e descobrir o caminho dessa trilha para completar a volta, já que fomos até a ponta do Morro, dar a volta parecia tão certo, mas infelizmente acabamos voltando para orla da Praia Indaiá.

Depois dessa aventura, seguimos para a Praia da Riviera de São Lourenço onde registramos nossa passagem em mais um pórtico na rota.

Ao todo foram apenas 20 km percorrido, mas com muitas histórias para lembrar e contar.

Valeu turma!

Mais um trecho da rota com gostinho de aventura realizada com muito sucesso e bom humor como sempre!

Até a próxima etapa!

Píer de Pesca de Bertioga

Pórtico

Caminhada pela orla

A vida não está fácil pra ninguém

Mais um córrego no caminho

Morro Indaiá

Cruzando as pedras lisas

Vista para Orla do Morro

Muito som desses barcos

Encosta e Guarujá no fundo

Os aventureiros

Quem vai pular?

Paredão de Pedra no Final do Morro

Pórtico Riviera de São Lourenço

06 janeiro 2018

12ª Etapa Rota Passos dos Jesuítas 2ª Edição

Dia 06 de Janeiro descemos a Bertioga dando continuidade a rota por mais um trecho.

Mas antes de começar nossa caminhada propriamente dita, vamos aos pequenos percalços que antecederam a nossa aventura.

Marcamos nosso ponto de encontro como sempre fazemos, o grupo foi pontual e tudo corria conforme o planejado. Pegamos a estrada rumo a Bertioga de acordo com os planos, porém a partir de Mogi das Cruzes o trânsito parou (mas pensa num trânsito parado). Levamos aproximadamente 5h30min para descer até nosso objetivo. Consequentemente, atrasou tudo, mas não abrimos mão de iniciar nossa primeira caminhada de 2018 sem passar por uma cachoeira fora da rota.

Enfim, quando chegamos lá embaixo, pegamos a trilha rumo a Cachoeira da Torre 47 mesmo com o relógio apontando que já se passavam das 13h, mas tudo bem, ninguém está com pressa para terminar a rota mesmo, não é? Não será por conta de um pequeno atraso causado por um trânsito mequetrefe que iríamos deixar de ir numa cachoeira né?

Subimos a trilha, curtimos o visual, tomamos um banho gelado nas águas cristalinas que descem da montanha.

Depois de algumas horinhas aproveitando muito a nossa passagem por lá, já estava na hora de voltarmos para caminhada original. Pegamos nossos carros e partimos rumo ao Centro de Bertioga, na verdade para o Forte São João onde paramos no último trecho.

Logo que chegamos, finalmente encontramos um pórtico! Coisa rara isso acontecer nas últimas etapas. Registramos nossa passagem e seguimos para o Forte São João que felizmente ainda estava aberto.

Entramos e fomos recepcionados pela monitora Manuela que se prontificou em nos dar uma verdadeira aula de história. Desde as primeiras obras de construção do Forte até os dias atuais. Expondo com muito conhecimento os detalhes de cada sala e seus materiais em exposição, além das histórias dos soldados, índios e personalidades que por ali passaram.

Depois de muitas fotos para registrar os detalhes dessa pequena excursão, saímos do Forte para registrar mais algumas imagens no Parque Tupiniquins bem em frente.

Ainda deu tempo para um banho de mar (para quem estava com vontade) e finalizamos nossa caminhada no calçadão da praia nas proximidades do Forte mesmo.

Resumindo, não andamos quase nada da rota original, mas valeu a pena ter encarado aquele trânsito monstruoso, ter tomado um banho de cachoeira logo no primeiro dia da rota e principalmente ter curtido mais um pouco da companhia dos amigos.

Valeu galera!

Mês que vem tem mais rota, mais desvios fora da rota e mais histórias para contar durante o novo trajeto.

Abraços a todos!

Nos vemos em breve.